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	<title>Comunicação Digital Empresarial</title>
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	<description>Criei esse Wordpress para saciar meus anseios em mostrar o uso de recursos digitais na Comunicação Empresarial com foco no público interno e em campanhas de incentivo.</description>
	<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 12:25:56 +0000</pubDate>
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		<title>Para entender a comunicação - Ciro Marcondes Filho. Ed. PAULUS</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 12:18:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<category><![CDATA[comunicação]]></category>

		<category><![CDATA[Nova Teoria da Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[O volume de informações disponíveis atualmente é tão grande quanto o número de emissores, produtores e divulgadores de conteúdo. Porém, diante desse emaranhado informativo, que muitas vezes não estabelece um processo comunicativo, surgem questionamentos que apontam para uma nova teoria da comunicação. “Comunicação é exatamente isso: o fato de eu receber o outro, a fala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/wp-content/uploads/2008/10/9788534929417.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-40" title="Para entender a comunicação " src="http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/wp-content/uploads/2008/10/9788534929417.jpg" alt="Para entender a comunicação " width="130" height="203" /></a>O volume de informações disponíveis atualmente é tão grande quanto o número de emissores, produtores e divulgadores de conteúdo. Porém, diante desse emaranhado informativo, que muitas vezes não estabelece um processo comunicativo, surgem questionamentos que apontam para uma nova teoria da comunicação. “Comunicação é exatamente isso: o fato de eu receber o outro, a fala do outro, a presença do outro, o produto do outro e isso me transformar internamente. O lado oposto, o da emissão, é mera produção de sinais, não comunicação”, explica Ciro Marcondes Filho, autor do novo livro da PAULUS, Para entender a comunicação.</p>
<p>A obra analisa as novas perspectivas da comunicação com o advento e velocidade da tecnologia, da obsolescência das teorias correntes, da confusão das áreas temáticas. Dessa forma uma Nova Teoria nasce e determina pesquisas sobre o fenômeno da comunicação, como o estudo do processo e a constituição da relação que se cria entre as pessoas comunicantes: “(&#8230;) é falar da ocorrência do acontecimento comunicacional, que tem caráter único, efêmero, irrepetível (&#8230;), analisa o autor.</p>
<p>Para entender a comunicação, lançamento da PAULUS, é a primeira obra que antecipa os resultados de um trabalho de duas décadas realizado na Universidade de São Paulo. Além de vinte e três seminários sob o título, Nova Teoria da Comunicação, que reuniu diversas correntes filosóficas do tema, as principais teorias recentes e antigas de repercussão internacional e demais estudos de autores pouco reconhecidos no cenário geral dos estudos de comunicação.</p>
<p>Com uma linguagem simples, direta e acessível, o livro acompanha um CD-ROM de conteúdo dinâmico, que ilustra as teorias e exemplos apresentados na obra impressa.</p>
<p>Ciro Marcondes Filho é sociólogo, jornalista, professor titular da ECA-USP, doutor pela Universidade de Frankfurt, com pós-doutorado pela Universidade de Grenoble (França). Publicou diversas obras nas áreas de comunicação, jornalismo, televisão e novas tecnologias. Dirige, atualmente, o Núcleo de Estudos Filosóficos da Comunicação (FiloCom) e o Núcleo José Reis de Divulgação Científica, ambos ligados a Escola de Comunicações e Artes da USP. Realizou diversos congressos internacionais em comunicação e administra convênios de intercâmbio internacional com a França e a Alemanha.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Título: Para entender a comunicação<br />
Autor: Ciro Marcondes Filho<br />
Coleção: Temas de comunicação<br />
Acabamento: Brochura<br />
Formato: 13,5&#215;21<br />
Paginas: 176<br />
Preço: 37,00<br />
Áreas de interesse: Comunicação e áreas afins</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>UFSCar promove o II Encontro de Comunidades de Aprendizagem</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/10/26/ufscar-promove-o-ii-encontro-de-comunidades-de-aprendizagem/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 23:59:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comunicação e Responsabilidade Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto que visa transformar escolas em Comunidades de Aprendizagem realiza encontro com as instituições participantes em São Carlos
Evento acontece nos dias 7 e 8 de novembro. Atividades serão realizadas na UFSCar e em três escolas que participam da iniciativa
Nos dias 7 e 8 de novembro, o Núcleo de Investigação e Ação Social e Eductiva (Niase) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Projeto que visa transformar escolas em Comunidades de Aprendizagem realiza encontro com as instituições participantes em São Carlos</strong></p>
<p>Evento acontece nos dias 7 e 8 de novembro. Atividades serão realizadas na UFSCar e em três escolas que participam da iniciativa</p>
<p>Nos dias 7 e 8 de novembro, o Núcleo de Investigação e Ação Social e Eductiva (Niase) da UFSCar promove o II Encontro de Comunidades de Aprendizagem, com o tema &#8220;Comunidades de Aprendizagem: escola é bairro e bairro é escola&#8221;. As atividades, gratuitas e abertas a todos os interessados, acontecem na UFSCar e também nas escolas participantes.<br />
O projeto &#8220;Comunidades de Aprendizagem&#8221; é desenvolvido pelo Niase desde 2003 com o objetivo de transformar escolas em comunidades de aprendizagem. A idéia é aproximar comunidade e escola e desenvolver aprendizagem de máxima qualidade para alunos e pessoas que moram no entorno da instituição. Atualmente, três Escolas Municipais de Ensino Básico (EMEBs) de São Carlos participam do projeto: Antônio Stella Moruzzi, Janete Maria Martinelli Lia e Dalila Galli.<br />
O grupo da UFSCar atua nas instituições de ensino de forma a estimular e orientar a prática de atividades que promovam a interação com a comunidade. Com isso, são oferecidas a &#8220;Biblioteca Tutorada&#8221;, que fica aberta por mais tempo para toda a comunidade e conta com a ajuda de voluntários nos estudos dos alunos; a &#8220;Tertúlia Literária&#8221;, que, por meio de reuniões, desenvolve a leitura de textos clássicos e relacionam as histórias com a realidade da vida dos participantes; e o grupo interativo, que atua junto com as professoras na sala de aula para estimular nos alunos a prática de tarefas em grupo e orientar a concentração na execução das atividades.<br />
Além das práticas centrais, que são desenvolvidas nas escolas participantes, cada instituição também promove ações particulares, de acordo com o perfil dos alunos e da comunidade. São aulas de língua estrangeira, informática e artesanato. O princípio básico do projeto é a aprendizagem dialógica que, como diz o próprio nome, está embasada no diálogo aberto da escola com a comunidade, de forma que todos possam colaborar para a melhoria da instituição de ensino.<br />
No desenvolvimento dos trabalhos, o Niase conta com atuação de pesquisadores, docentes, graduandos, pós-graduandos e outros colaboradores, que atuam em pesquisa, ensino e extensão buscando construir e fortalecer redes entre conhecimentos, instituições, movimentos e grupos para superação de desigualdades sociais, culturais e escolares.<br />
Em 2006, o Núcleo promoveu o primeiro encontro com o objetivo de possibilitar a troca de experiências entre as unidades escolares. Esta segunda edição visa difundir o projeto para outras escolas da cidade; oferecer formação em prática de aprendizagem dialógica; apresentar resultados sobre os impactos da transformação das escolas em comunidades de aprendizgem; além de aprofundar a compreensão sobre a contribuição de Paulo Freire para a construção de uma escola efetivamente democrática.<br />
A programação do evento conta com exibição de documentário, palestras, oficinas e apresentação de trabalhos. Até o dia 31 de outubro, os estudantes das escolas que participam do projeto ou pessoas das comunidades do entorno dessas instituições podem inscrever trabalhos para apresentação durante o Encontro. A taxa de inscrição para alunos é R$ 10 e para os demais participantes R$ 20. A inscrição deve ser feita pela Internet, em www.ufscar.br/niase, no link II Encontro de Comunidade de Aprendizagem, onde também podem ser acessadas as normas para submissão de trabalhos.<br />
As atividades podem ser acompanhadas por todos os interessados. A programação completa também está disponível na Internet. Além do site no Niase, outras informações podem ser obtidas pelo e-mail encontrocomunidades2008@yahoo.com ou pelo telefone (16) 3351-8277.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Treinamento - IBEF: Responsabilidade Social nas Empresas</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/10/25/treinamento-ibef-responsabilidade-social-nas-empresas/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 00:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comunicação e Responsabilidade Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 31 de Outubro de 2008
Local: IBEF-Rio -  Av. Rio Branco, 156/4º andar – Ala C – Centro – RJ, das 9h30 às 13h30.
Objetivo:
Conhecer os principais conceitos e teorias sobre responsabilidade social, balanço social, normas, indicadores, etc; Avaliar programas e resultados para as empresas e para a sociedade; aprender a desenvolver projetos de responsabilidade social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 31 de Outubro de 2008<br />
Local: IBEF-Rio -  Av. Rio Branco, 156/4º andar – Ala C – Centro – RJ, das 9h30 às 13h30.</p>
<p><strong>Objetivo:</strong></p>
<p>Conhecer os principais conceitos e teorias sobre responsabilidade social, balanço social, normas, indicadores, etc; Avaliar programas e resultados para as empresas e para a sociedade; aprender a desenvolver projetos de responsabilidade social para a sua empresa; reconhecer ganhos empresariais relacionados ao comportamento de empresas socialmente responsáveis; refletir sobre as práticas organizacionais existentes no país e no mundo através da apresentação de alguns casos de empresas consideradas socialmente responsáveis.</p>
<p><strong>Metodologia:</strong></p>
<p>A ênfase principalmente em aulas participativas, apresentação e análise de casos de empresas consideradas socialmente responsáveis. A metodologia proposta será predominantemente dinâmica e voltada para a ação, valorizando as experiências e vivências dos participantes e possibilitando uma reflexão sobre as práticas organizacionais com responsabilidade social no Brasil.</p>
<p><strong>P R O G R A M A</strong></p>
<ul>
<li> Responsabilidade social e planejamento estratégico;</li>
<li>Ação Social X Responsabilidade Social, qual a diferença?;</li>
<li>Padrão AA1000;</li>
<li>O que é a SA8000 (RS8000)?;</li>
<li>Relato de Sustentabilidade da Global Reporting Initiative (GRI);</li>
<li>Diretrizes de Conformidade da International Standards Organization (ISO);</li>
<li>Comprometimento do Fair Trade Federation (Fairtrade Labelling Organizations);</li>
<li>A atitude ética da empresa em todas as suas atividades;</li>
<li>As interações da empresa e os Stakeholders: Acionistas, Empregados,  Fornecedores, Clientes, Comunidade/Sociedade, Governo, Concorrentes;</li>
<li>Histórico no Brasil sobre responsabilidade social: anos 60, 80, 90 e os dias atuais;</li>
<li>O papel das instituições:  IBASE (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social;</li>
<li>Indicadores de Responsabilidade Social usados pelo Instituto Ethos;</li>
<li>Tipos de Responsabilidade Social  Empresarial;</li>
<li>Ações das empresas em relação às demandas sociais;</li>
<li>Implantação e impactos da responsabilidade social;</li>
<li>Estudo de Caso: casos de empresas consideradas socialmente responsáveis e seu  Balanço Social.</li>
</ul>
<p>Apresentadora: ALICE FERRUCCIO - <a href="http://www.ibefrio.org.br/modules.php?name=browse&amp;mode=page&amp;cntid=110" target="_blank">Currículo</a></p>
<p><strong>Adesão:</strong></p>
<p>Associados do IBEF: R$ 230,00</p>
<p>Demais participantes: R$ 270,00</p>
<p>Inclui: Coffee-break, material didático e certificado.</p>
<p>Inscrições, formas de pagamento e mais informações - <a href="http://www.ibefrio.org.br/modules.php?name=browse&amp;mode=page&amp;cntid=176" target="_blank">Clique aqui!</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Reconhecimento de marca, comunicação e marketing no Terceiro Setor</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/10/25/reconhecimento-de-marca-comunicacao-e-marketing-no-terceiro-setor/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 23:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comunicação e Responsabilidade Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei esse curso muito interessante além de bem atual com o cenário que vivemos.
Visibilidade e reconhecimento de marca a fim de incrementar os recursos de sua organização
31 de outubro de 2008, 6ª feira, das 9h às 18h - São Paulo   SP
Programa
Reconhecimento é tudo! E para uma organização social, é o berço de um trabalho eficiente.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei esse curso muito interessante além de bem atual com o cenário que vivemos.</p>
<p><strong>Visibilidade e reconhecimento de marca a fim de incrementar os recursos de sua organização</strong></p>
<p>31 de outubro de 2008, 6ª feira, das 9h às 18h - São Paulo   SP</p>
<p><strong>Programa</strong></p>
<p>Reconhecimento é tudo! E para uma organização social, é o berço de um trabalho eficiente.</p>
<p>O curso Reconhecimento de marca, comunicação e marketing no Terceiro Setor abordará os pontos fundamentais da comunicação e do marketing para organizações do Terceiro Setor, como o objetivo de realçar a importância, planejar e executá-la com eficiência a fim de ganhar reconhecimento da sociedade e incrementar a captação de recursos.</p>
<p>Importante treinamento para quem lida com a comunicação e a administração da instituição e quer novas informações sobre a área para aprimorar o marketing de uma organização sem fins lucrativos.</p>
<p>Ao longo de oito horas do curso, Marcio Zeppelini mostrará conceitos de marketing, ferramentas de comunicação, campanhas e planejamento estratégico da comunicação de uma organização.</p>
<p>Repleto de cases, imagens e vídeos de campanhas feitas por outras organizações.</p>
<p>Visibilidade e reconhecimento de marca a fim de incrementar os recursos de sua organização.</p>
<ul>
<li> Conceitos de marketing e ferramentas de comunicação</li>
<li> Uso de fotos, imagens e identidade visualComo identificar e agregar valor à comunicação</li>
<li> A criatividade como ingrediente</li>
<li> Meios de comunicação mais eficientes e suas particularidades</li>
<li> Tipos de campanhas</li>
<li> Público-alvo e objetivos da comunicação</li>
<li> Comunicação digital</li>
<li> O Processo da comunicação</li>
<li> Eventos como forma de divulgação</li>
<li> Relacionamento com imprensa/jornalistas</li>
<li> Captação de recursos e fidelização de doadores</li>
<li> Marketing institucional x marketing promocional</li>
<li> Formas de abordagem em diferentes campanhas</li>
<li> Planejamento da comunicação de uma organização do Terceiro Setor</li>
</ul>
<p><strong>Local do Evento</strong></p>
<p>ADVB - Instituto ADVB de Responsabilidade Social<br />
Rua Treze de Maio, 1413 - Bela Vista (Centro)<br />
São Paulo/SP (Metrô Brigadeiro)</p>
<p><strong>Investimento</strong></p>
<p>Inscreva TRÊS pessoas da mesma organização e GANHE A QUARTA;<br />
<em>Valor com desconto (até 29/10/2008)</em><br />
R$ 245,00. Assinantes da Revista Filantropia, participantes de outros cursos da Diálogo Social, e estudantes e associados ADVB<br />
<em>Demais participantes (até 29/10/2008)</em><br />
R$ 295,00. Interessados em geral<br />
<em>Pagamento parcelado (até 29/10/2008)</em><br />
R$ 147,50. Duas parcelas de R$ 147,50 (a 2ª parcela deverá ser entregue no dia do evento, no credenciamento - cheque pré-datado para 30 dias)<br />
<em>Véspera e dia do evento (até 31/10/2008)</em><br />
R$ 350,00. Valor para inscrições realizadas na véspera ou no dia do evento</p>
<p><strong>Informações e Inscrições</strong></p>
<p><a href="http://www.dialogosocial.com.br" target="_blank">www.dialogosocial.com.br</a><br />
Telefones: (11) 2281-9643 / (11) 7864-1745<br />
E-mail: dialogo@dialogosocial.com.br</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Rosatex é uma empresa comprometida com a comunidade</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/10/25/rosatex-e-uma-empresa-comprometida-com-a-comunidade/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 23:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comunicação e Responsabilidade Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi recentemente um release sobre o trabalho de responsabilidade social da empresa Rosatex, um fabricante de produtos de limpeza localizado na cidade de Guarulhos/SP. O material foi enviado pela Priscila Rodrigues da Great Assessoria e Comunicação, que tem a Rosatex como um de seus clientes.
Publicarei o release na íntegra, já que é pequeno e tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi recentemente um release sobre o trabalho de responsabilidade social da empresa Rosatex, um fabricante de produtos de limpeza localizado na cidade de Guarulhos/SP. O material foi enviado pela Priscila Rodrigues da Great Assessoria e Comunicação, que tem a Rosatex como um de seus clientes.<br />
Publicarei o release na íntegra, já que é pequeno e tem informações relevantes sobre o trabalho social da empresa junto a comunidade a qual está inserida. O papel da Rosatex é sócio ambiental, já que a empresa se preocupa com a sociedade que a cerca e o meio ambiente na qual vive. Um exemplo disso eu extraí de um release sobre uma nova linha de produtos da empresa:</p>
<blockquote><p>Preocupada com o meio ambiente, a Rosatex traz ao mercado de limpeza a linha de produtos biodegradáveis Amazon H2O (lava roupas em pó, sabão em pó e sabão em pedra). Com fragrâncias originais da Amazônia e com uma composição natural são produtos ecologicamente corretos. O Sabão em Pó, por exemplo, é feito à base do óleo de Babaçu (óleo de coco), composição natural e brasileira encontrada na região nordeste do Brasil.</p></blockquote>
<p>Agora só falta a Rosatex reformular seu site para que esses trabalhos tenham uma maior divulgação na web, já que o site da empresa é todo em flash, extremamente pesado e com uma navegação horrível. Além do que todo o conteúdo do site acaba não sendo catalogado pelo Google. E a empresa perde assim muitas visitas.</p>
<p>O trabalho da Rosatex só afirma todo e qualquer conceito de que as empresas estão a cada dia percebendo que além da necessidade de manter seus clientes, precisam também manter e conservar a sociedade da qual fazem parte.  O trabalho da Rosatex, bem como o de centenas de outras empresas que investem em Responsabilidade Social é cada vez mais importante.</p>
<p><strong><em>Release original:</em></strong><br />
A Rosatex, fabricante de produtos de limpeza das marcas URCA, Amazon H2O, Summer e Neotrat, empenhada em ser uma empresa socialmente responsável, auxilia com doações de produtos Rosatex, há três anos, instituições como APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Arujá), Centro Educacional Catarina Kentenich/ SP, Paróquia Nossa Senhora do Bonsucesso– Guarulhos/SP, entre outros.<br />
O objetivo da iniciativa voluntária da companhia de Guarulhos (SP) é fazer parte da comunidade onde está instalada, além, é claro, de visar o bem social. “A Rosatex tem como uma das metas envolver-se com a sociedade de forma pró ativa, ou seja, dar assistência e ressaltar os valores humanitários”, revela Talita Santos, Relações Públicas da Rosatex.</p>
<p>A ação social da fabricante atende diversas solicitações de doação de produtos de limpeza todo ano. Em 2008, 16 entidades já foram beneficiadas com a ação da Rosatex. O centro Educacional Catarina Kentenich é uma das beneficiadas e defende a importância da responsabilidade social. “Vivemos de doações e cada ação social é revertida para algo grande e nobre. As doações mensais da Rosatex ajudam a dar continuidade ao trabalho da entidade”, ressalta Mara Silva, administradora do Centro Catarina Kentenich.</p>
<p>No Brasil, segundo pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) a proporção de empresas privadas brasileiras que realizam ações sociais tem crescido. O último levantamento feito pela IPEA, em 2006, mostrou que entre 2000 e 2004, houve um aumento de 10 pontos percentuais, passando de 59% para 69% a participação privada em área social.<br />
Atualmente, com 35 anos de mercado e buscando resultados cada vez melhores, a Rosatex é um exemplo de empresa privada preocupada com a sociedade onde está inserida.<br />
<strong>Para saber mais acesse</strong>: <a href="http://www.rosatex.com.br" target="_blank">www.rosatex.com.br</a><br />
<strong>APAE – Guarulhos –</strong> Instituição filantrópica e sem fins lucrativos que atende 281 jovens e adultos, com idade entre 14 e 40 anos. Hoje, considerada de utilidade pública em âmbito municipal e federal, a APAE foi criada, em 1979, para suprir uma carência na cidade ao atendimento de crianças com deficiência mental.</p>
<p><strong>Centro Educacional Catarina Kentenich –</strong> Centro educacional que atende, aproximadamente, 300 crianças e adolescentes órfãos, vitímas de maus tratos e abandonados, sendo 60 na Casa de Abrigo, 130 na Creche e 100 nos Núcleos Sócio – Educacional.</p>
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		<item>
		<title>Comunicação e Responsabilidade Social</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 23:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comunicação e Responsabilidade Social]]></category>

		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>

		<category><![CDATA[comunicação e associação de moradores]]></category>

		<category><![CDATA[comunicação e comunidades carentes]]></category>

		<category><![CDATA[planejamento de comunicação e comunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Acredito que ao ler esse título, a pessoa que está “de fora” de qualquer ação de responsabilidade social, trabalho voluntário, ou seja o que for, pensará: - Mais um que entrou na onda ou na moda. Mas se você trabalha ou já trabalhou com ações sociais, percebe o quanto é gratificante e inovador pensar comunicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que ao ler esse título, a pessoa que está “de fora” de qualquer ação de responsabilidade social, trabalho voluntário, ou seja o que for, pensará: - Mais um que entrou na onda ou na moda. Mas se você trabalha ou já trabalhou com ações sociais, percebe o quanto é gratificante e inovador pensar comunicação em uma vertente tão abrangente quanto é criar meios de levar informação e fazer comunicação e marketing com fins sociais.</p>
<p>Atualmente estou engajado em um planejamento de comunicação para uma comunidade aqui do Rio de Janeiro. Primeiramente dividi meu planejamento de comunicação para a Associação de Moradores em duas fases: a primeira englobou a criação de um informativo que foi impresso e distribuído gratuitamente dentro da comunidade. É um canal mais direto entre tudo o que acontece dentro da comunidade, os serviços que a Associação de Moradores realiza, e o os moradores. Através do informativo impresso os moradores descobrem o que acontece em sua comunidade, tem informações sobre saúde e educação, entre outros temas.  Em paralelo ao informativo impresso, desenvolvi um website que é um canal entre a comunidade e a sociedade, o poder público, ONGs e outras Associações de Moradores. A idéia do site é angariar mais parceiros para a comunidade, mostrar os projetos sociais que são desenvolvidos por lá e o principal: diluir a imagem de violência muitas vezes propagada erroneamente pela imprensa. O site está em desenvolvimento, ainda preciso de algumas informações que não em foram passadas. Assim que estiver online deixo o endereço aqui.</p>
<p>Como estou finalizando muitos pontos desse projeto, principalmente em relação ao site, não vou agora divulgar o nome da comunidade. Assim que o trabalho estiver concluído postarei aqui o site e um PDF do jornal.<br />
Mas a idéia desse post é informar que postarei mais informações sobre o trabalho da Comunicação e Marketing, que influem diretamente em projetos e trabalhos de Responsabilidade Social.</p>
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		<title>O COOLHUNTING e a Comunicação Mercadológica na Era das Novas Mídias</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 14:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comunicação Empresarial]]></category>

		<category><![CDATA[coolhunter]]></category>

		<category><![CDATA[coolhunting]]></category>

		<category><![CDATA[mídias digitais]]></category>

		<category><![CDATA[novas mídias]]></category>

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		<description><![CDATA[INTRODUÇÃO
A juventude sempre foi encarada pelo mercado publicitário como seres sem cérebro e sem nenhum poder de decisão. Principalmente, a juventude da década de 80, que não tinha contra o que se rebelar, lutar ou reclamar, já que receberam um mundo bem melhor do que o de seus pais.  Enquanto a recém criada MTV e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p>A juventude sempre foi encarada pelo mercado publicitário como seres sem cérebro e sem nenhum poder de decisão. Principalmente, a juventude da década de 80, que não tinha contra o que se rebelar, lutar ou reclamar, já que receberam um mundo bem melhor do que o de seus pais.  Enquanto a recém criada MTV e as revistas ditavam a moda daquela época, as grandes marcas ainda não tinham dado conta do tamanho do nicho de mercado que a juventude representava.</p>
<p>A percepção desse nicho de mercado só aconteceu no início da década de 90 com o surgimento dos coolhunters. Essa palavra de origem inglesa surgiu na mesma época, e foi criada para designar os profissionais de marketing que observavam as mudanças culturais do mercado, e estavam principalmente de olho nos jovens.</p>
<p><strong>O COOLHUNTING E A COMUNICAÇÃO MERCADOLÓGICA NA ERA DAS NOVAS TECNOLOGIAS</strong></p>
<p>A Doutora em Sociologia formada pela PUC de São Paulo, Isleide A. Fontenele, destrinchou todos os pormenores do coolhunting em seu artigo “Os caçadores do Cool” (2004).</p>
<p>A doutora relata desde a origem e criação de empresas especializadas em “caçar” quem é cool, definindo o que é interessante para um grupo específico de pessoas e assim, podendo-se tornar “febre”, caso a idéia for bem trabalhada e vendida aos “não-cools”.</p>
<p>Mas como funcionariam esses caçadores de cool em um mundo cada vez mais conectado e volátil? No artigo da Doutora Isleide, ela faz uma breve citação das novas tecnologias e o trabalho dos cool hunters nessa esfera.</p>
<p>Definir o termo ”novas tecnologias” gastaria páginas e mais páginas, mas em um overview rápido, podemos citar as tecnologias baseadas na internet ou que geram conteúdo para web, como ferramentas para o entretenimento dos “cools”.</p>
<p>As máquinas digitais e celulares multifuncionais (com câmera, mp3 player e internet) são alguns dos Gadgets1 preferidos dos “cools”. Cada vez mais modernos e com funcionalidades das mais variadas, como saber quais marcas mais consumidas? E para que essas pessoas estão usando os aparelhos?</p>
<p>Atualmente as redes sociais dominam a internet e servem como um manancial de informações e fonte inesgotável de material para pesquisa de perfis sociais e de consumo sobre e para a população cool.</p>
<blockquote><p>
1 Gadget é uma gíria tecnológica recente que se refere a, genericamente, um equipamento que tem um propósito e uma função específica, prática e útil no cotidiano. São comumente chamado de gadgets dispositivos eletrônicos portáteis como PDAs, celulares, smartphones, tocadores mp3, entre outros. Em outras palavras, é uma &#8220;geringonça&#8221; eletrônica. Na Internet ou mesmo dentro de algum sistema computacional (sistema operacional, navegador web ou desktop), chama-se também de gadget algum pequeno software, pequeno módulo, ferramenta ou serviço que pode ser agregado a um ambiente maior. No site iGoogle, por exemplo, é possível que seja adicionado alguns dos muitos gadgets disponíveis. O Google Desktop, o Windows Vista, o Mac OS X, o KDE e o Gnome são ambientes que aceitam alguns tipos de gadgets específicos, acrescentando funcionalidades ao desktop do sistema.<br />
Os Gadgets têm função social de status (além da lógica finalidade do aparelho), quando se tratam de equipamentos ostensivos. Na medida a que se referem, na maioria das vezes, a equipamentos de ponta e por muitas vezes com preços elevados, a gíria Gadget é referência de produto tecnológico para poucos, embora seja usada de forma genérica quando se trata de software.<br />
(Fonte: Wikipédia - <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gadgets" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Gadgets</a>. Pesquisado em: 05/06/2008)</p></blockquote>
<p>A mais famosa rede social no Brasil é o Orkut, que pertence ao grupo Google. O Orkut é a rede social mais popular no país, com marcas superando os 23 milhões de usuários (fonte: Wikipédia).</p>
<p>Pelo Orkut os cool hunters podem medir a satisfação dos usuários por um determinado seguimento de produto, criar perfis para divulgar produto, tendências, etc&#8230;</p>
<p>Com o crescimento das redes sociais, um tipo de profissional que surge cada vez mais no mercado é o “mediador de mídias sociais”. Esse profissional é responsável por medir o grau de satisfação de uma marca entre os usuários da rede social.<br />
Em um artigo, que foi publicado no site IDG Now (<a href="http://www.idgnow.uol.com.br" target="_blank">www.idgnow.uol.com.br</a>), sob o título “Conheça o novo profissional da internet, o mediador de mídias sociais”. O  texto trata da “descoberta” de um novo profissional em mídias digitais. Esse tal mediador será responsável por averiguar o que estão falando do seu cliente em: Blogs, Wordpress e redes sociais como o Orkut.<br />
“Na web, o consumidor insatisfeito pode atingir até 220 pessoas ao falar mal de uma empresa - muito mais que no mundo real, quando ele atinge cerca de 11 pessoas, segundo Alessandro Lima, diretor de negócios da e.Life, que monitora o boca-a-boca online sobre marcas, produtos e serviços.<br />
Estes profissionais devem, logo, monitorar e mediar o boca-a-boca virtual gerado pela velocidade com que os consumidores podem se manifestar online - negativa ou positivamente - sobre um produto, atingindo um grande número de internautas que concordam com o elogio ou reclamação.”<br />
Não só as redes sociais podem servir de “base” para o trabalho dos cool hunters, mas também blogs, You Tube, Wordpress e Podcasts. Lugares onde tendências podem ser criadas. São lugares como esses, que o marketing viral2, uma excelente ferramenta para o cool hunters cibernéticos, podem agir para saber qual é a “onda” do momento ou fomentar discussões sobre algum determinado assunto.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p>Com a crescente onda tecnológica que assola o mundo, e o público cada vez se reunindo mais através de redes sociais, o trabalho dos cool hunters e a comunicação mercadológica como um todo, pode ficar mais abrangente. E também facilita mensurar seus resultados de impacto, gerando riscos menores de erro e aumentando a fatia de mercado das empresas.</p>
<p>Se o coolhunter cocar seu trabalho nas redes sociais e em novas mídias, encontrará perfis sociais completos, bem como o gosto do usuário, suas áreas de atuação, por exemplo. Tudo isso em um lugar onde geralmente a maioria dos usuários são facilmente manipulados e atraídos por novidades.</p>
<blockquote><p>
2 O marketing viral e a publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares a extensão de uma epidemia. A definição de marketing viral foi cunhada originalmente para descrever a prática de vários serviços livres de email de adicionar sua publicidade ao email que sai de seus usuários. O que se assume é que se tal anuncio alcança um usuario &#8220;susceptivel&#8221;, esse usuario &#8220;será infectado&#8221; (ou seja, se ativará uma conta) e pode então seguir infectando a outros usuários susceptiveis. Enquanto cada usuario infectado envía o email a mais de um usuário susceptível por média (ou seja, a taxa reprodutiva básica é maior que um), Os resultados &#8220;standard&#8221; em epidemiología implicam que o número de usuários infectados crescerá segundo uma curva logística, cujo segmento inicial é exponencial.</p></blockquote>
<p>De forma mais geral, o marketing viral se utiliza às vezes para descrever algumas classes de campanhas de marketing baseadas na internet, incluindo o uso de blogues, de sites aparentemente amadores, e de outras formas de astroturfing para criar o rumor de um novo produto ou serviço. O termo &#8220;publicidade viral&#8221; se refere a idéia que as pessoas passarão e compartilharão conteúdos divertidos. Esta técnica muitas vezes está patrocinada por uma marca, que busca construir conhecimento de um produto ou serviço. Os anúncios virais tomam muitas vezes a forma de divertidos videoclipes ou jogos Flash interativos, imagens, e inclusive textos.<br />
(Fonte: Wikipédia: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_viral" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_viral</a> - Pesquisado em 05/06/2008)</p>
<p><strong>BIBLIOGRAFIA</strong></p>
<p>- FONTENELE, ISLEIDE. Os Caçadores de Cool, 2004.<br />
- Wikipédia (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki</a>);<br />
- IDG Now (IDG Now (<a href="http://www.idgnow.uol.com.br" target="_blank">www.idgnow.uol.com.br</a>);<br />
- Filipe Souza Blog (<a href="http://www.filipesouza.com.br/palavras" target="_blank">www.filipesouza.com.br/palavras</a>)</p>
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		<title>Intranet não é um House-Organ Digital</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 13:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comunicação Empresarial]]></category>

		<category><![CDATA[comunicação interna]]></category>

		<category><![CDATA[endomarketing]]></category>

		<category><![CDATA[intranet]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma pesquisa realizada com cinco empresas para saber como era feito a comunicação através da intranet, os entrevistados descreveram como é a intranet, se existia bibliotecas virtuais e se existia treinamento de funcionários através de sistemas e-learning*.
Nas cinco empresas pesquisadas, a Comunicação Social se preocupou apenas com o conteúdo da intranet, por exemplo. Foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma pesquisa realizada com cinco empresas para saber como era feito a comunicação através da intranet, os entrevistados descreveram como é a intranet, se existia bibliotecas virtuais e se existia treinamento de funcionários através de sistemas e-learning*.<br />
Nas cinco empresas pesquisadas, a Comunicação Social se preocupou apenas com o conteúdo da intranet, por exemplo. Foram produzidos textos e mais textos para informar seus funcionários. Em muitas das vezes eram os mesmos textos que foram publicados em house-organs e fixados em murais.<br />
A intranet geralmente não era atrativa, não instigava o funcionário a visitá-la. A disposição das seções e o fluxo de informação dentro de todo o portal são ambíguos e confusos. O jornalista Fernando Viberti, colunista do site www.intranetportal.com.br, faz algumas observações pertinentes ao foco que as empresas geralmente dão à intranet:</p>
<blockquote><p>
“O principal é entender que uma intranet ou portal corporativo não é simplesmente uma ferramenta tecnológica na qual cada um cuida da sua fatia, sem importar-se com o bolo como um todo. Antes, durante e depois que a primeira linha de código seja criada para dar vida ao sistema, há uma série de processos, metodologias e critérios que devem ser estabelecidos de forma muito clara. Caso contrário, não há tecnologia de ponta que salve o seu projeto.” (VIBERTI, Fernando. Centralizar ou descentralizar, eis a questão. Disponível em: http://www.intranetportal.com.br/comunicacao/cc_1. Acesso em: 14/07/2008).</p></blockquote>
<p>Outro ponto fundamental é definir quais serão as pessoas responsáveis em publicar o conteúdo nessa intranet. Algumas empresas que pesquisei deixam a cargo dos próprios setores o desenvolvimento, manutenção e controle do conteúdo de suas respectivas seções dentro da intranet. Essa total liberdade gera um conteúdo sem padronização, uma intranet com aspecto bagunçado onde sequer a identidade visual da empresa é respeitada.<br />
O interessante é usar a intranet para reafirmar as estratégias de marketing da empresa, usar o portal interno como ponto de referencia para os funcionários que buscam realizar cursos, conhecer a empresa, as metas e atribuições éticas da companhia. É interessante usar a intranet como ponto de partida para que os funcionários conheçam cada uma das seções da empresa. É interessante reservar algumas seções para clipping, pode ser algo do tipo “O que andam falando de nós por aí?”,  onde os funcionários saberiam o que circula na imprensa sobre a empresa que eles trabalham. Colocar avisos e materiais sobre cursos e workshops, mesmo que não sejam patrocinados pela empresa, mas que estejam acontecendo pela cidade.</p>
<p>Assim é possível enriquecer a intranet e fazer com que o portal flua e funcione mesmo como uma extensão da empresa ao invés de funcionar como apenas mais um canal de informação para apenas replicar as informações do house-organ.</p>
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		<title>Mudanças no Ambiente Organizacional</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 13:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comunicação Empresarial]]></category>

		<category><![CDATA[mudanças organizacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[A velha máquina de escrever foi aposentada, os cartões com os contatos de fornecedores, parceiros, jornalistas e membros atuais e antigos da diretoria guardados em arquivos ou pastas, já não ocupam mais imensos e pesados arquivos; as fotografias usadas como Banco de Imagem, também não estão mais armazenadas em gavetas, espalhadas e esquecidas em armários; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A velha máquina de escrever foi aposentada, os cartões com os contatos de fornecedores, parceiros, jornalistas e membros atuais e antigos da diretoria guardados em arquivos ou pastas, já não ocupam mais imensos e pesados arquivos; as fotografias usadas como Banco de Imagem, também não estão mais armazenadas em gavetas, espalhadas e esquecidas em armários; e o computador a vista de quem entrasse na sala, já não figura mais como um utensílio para dar “status” a decoração do ambiente.  Esse computador se transformou em uma poderosíssima ferramenta de trabalho, indispensável nos dias atuais. Até a intranet velha e mal utilizada, criada no boom da internet, já não responde as necessidades de informação de uma empresa.<br />
Todo o material de comunicação de uma empresa atualmente, senão está, já deveria há muito tempo ter sido digitalizado e armazenado em cd-rom, assim como também as informações de clientes em um CRM - Customer Relationship Manager - e tudo isso catalogado digitalmente em sistemas de fácil acesso para que futuramente a foto em alta resolução do Diretor, Presidente da Empresa ou uma área de fabricação importante possa ser encontrada com facilidade e distribuída a veículos de comunicação ou usada em um informativo interno.<br />
Infelizmente esse cenário ainda é fictício em muitas empresas e parece estar longe de se tornar uma realidade. A maioria da empresas, que ainda guardam resquícios da “era manual”, não se integraram aos meios digitais de comunicação. Algumas empresas sequer possuem meios de comunicação com seus funcionários, parceiros, acionistas, etc.</p>
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		<item>
		<title>Minimalismo: onde o “menos é mais”</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/04/25/minimalismo-onde-o-%e2%80%9cmenos-e-mais%e2%80%9d/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 13:55:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Midia Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Vivemos em um mundo onde a propaganda, as formas, os sons , imagens e cores estão por toda a parte. Seja no mundo real ou digital, nos deparamos a todo o momento com sites onde a informação aparece: piscando, pulando e indo de um lado ao outro. A informação aglutinada para dar conta dos anseios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos em um mundo onde a propaganda, as formas, os sons , imagens e cores estão por toda a parte. Seja no mundo real ou digital, nos deparamos a todo o momento com sites onde a informação aparece: piscando, pulando e indo de um lado ao outro. A informação aglutinada para dar conta dos anseios dessa “nova sociedade digital” em se manter informada é o que mais vemos na rede.</p>
<p>Em alguns casos fica complicado fugir desse amontoado de textos e imagens, como em portais, zines, intranets, etc&#8230; Em outros momentos, podemos minimizar o efeito “carregado” optando por soluções mais simples: design leve e arquitetura de informação direta e sem rodeios.</p>
<p>Para resolver essa questão, que talvez se torne um ruído na comunicação <strong>mídia digital &gt;&gt;  usuário</strong>, os designers de mídias digitais, ou webdesigners - como preferir, recorreram ao Minimalismo.</p>
<p>O Minimalismo é um dos diversos movimentos artísticos e culturais que atravessaram o século XX. Caso queira se aprofundar no assunto, sugiro uma visita ao artigo no site do Wikipédia: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Minimalismo" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Minimalismo</a>.</p>
<p>E dessa vertente artística, que vem o bordão: <strong>onde o menos é mais</strong>.  Muito usado por designers, arquitetos e programadores visuais.</p>
<p><strong>O Minimalismo em design digital</strong></p>
<p>Trabalhar com o conceito de design minimalista parece uma tarefa fácil e sem nenhuma complicação. Talvez, porque a principio você nada mais tem a fazer do que expurgar toda e qualquer vontade louca de incrementar o layout do site.</p>
<p>Mas isso é muito difícil!  Digo isso porque como designer, acho muito, mas muito complexo me libertar da ânsia de colocar mais cor, degradês, imagens trabalhadas, boxes entre outros elementos gráficos para dar “riqueza” ao trabalho.</p>
<p>O segundo layout desenvolvi usando o mínimo de recursos gráficos e utilizando somente uma página. Onde todo o conteúdo do site pode ser lido, sem que o visitante saia buscando desvairadamente por links.</p>
<p><strong>Layout 01 - Necessita da ação do visitante para acessar o conteúdo. (Clique na imagem para ampliar)<br />
</strong></p>
<p><a href="http://www.filipesouza.com.br/palavras/?attachment_id=75" rel="attachment wp-att-75" title="Layout 01 - Necessita da ação do visitante para acessar o conteúdo:" target="blank"><img src="http://www.filipesouza.com.br/palavras/wp-content/uploads/2008/04/layout_basico.thumbnail.jpg" alt="Layout 01 - Necessita da ação do visitante para acessar o conteúdo:" /></a></p>
<p><strong> Layout 02 - Todo o conteúdo está condensado em uma única página. </strong><strong>(Clique na imagem para ampliar)</strong></p>
<p><a href="http://www.filipesouza.com.br/palavras/?attachment_id=76" rel="attachment wp-att-76" title="Layout 02 - Todo o conteúdo está condensado em uma única página." target="blank"><img src="http://www.filipesouza.com.br/palavras/wp-content/uploads/2008/04/layout_minimalista.thumbnail.jpg" alt="Layout 02 - Todo o conteúdo está condensado em uma única página." /></a></p>
<p><strong>E o cliente?</strong></p>
<p>Tudo bem que, esteticamente, um site minimalista é tido como simples, porém faço minhas as palavras do escritor Roger Cahen, no livro – <strong>Tudo o que os gurus não lhe contaram sobre Comunicação Empresarial</strong> (Editora Best Seller – 11ª Edição/2007):</p>
<p>“&#8230;Temos verdadeiro pavor de expor nossas idéias de forma clara e direta por julgarmos que, agindo assim, os outros vão achar que somos simples – no sentido de simplórios ou bobos. Assim, clareza, simplicidade e transparência vão ficando cada vez mais raras, e aqueles que as usam são, no mínimo, classificados como Excêntricos”.  E o autor continua: “Acredito que a verdadeira beleza está na simplicidade, nitidez e transparência – seja de formas, seja de idéias.”</p>
<p>Esse pensamento do escritor Roger Cahen sintetiza o pensamento de designers e arquitetos de informação, mas vai contra a concepção de muitos clientes ao se defrontarem com um site minimalista. E talvez seu cliente se recuse a pagar um valor tido como exorbitante por um trabalho que “não tem nada”.</p>
<p><strong>Direto e Reto</strong></p>
<p>Um projeto minimalista expõe sua idéia de forma direta, sem voltas e entraves, que podem vir a existir.  Mas como expliquei há alguns parágrafos atrás: - Ser minimalista é complexo.</p>
<p>Acredito em uma simbiose.  Você pode desenvolver um site sem abusar de recursos gráficos, sem levar seu visitante/leitor a um balé através de links e dar a ele o que o coitado mais quer: INFORMAÇÃO!</p>
<p>Mas o conceito de “design para sites minimalista” ainda é uma teoria em formação.   Poucos adotam esse conceito e muitos o acham sem graça e não vale investimento algum.</p>
<p><strong>Onde aplicar esse conceito?</strong></p>
<p>Sites sobre cursos, eventos empresariais, área de saúde, são alguns bons exemplos de aplicabilidade.  Geralmente o público alvo desses sites estão em busca apenas de informação direta e sem rodeios: Quanto custa, quando será, o local do evento, atrações e conteúdo do curso. Mais nada.</p>
<p>Um exemplo interessante é o site desenvolvido pelo governo do Estado do Rio de Janeiro, para ajudar a população na prevenção da epidemia de dengue: <a href="http://www.riocontradengue.com.br" target="_blank">www.riocontradengue.com.br</a>.</p>
<p>O site só peca por poluir a página principal com notas sobre a doença. Na parte superior do site, já deveriam vir informação de prevenção e telefones para denunciar os focos de dengue. E remover a terceira coluna, já que de nada serviu.</p>
<p>E poderiam usar tableless para desenvolver o site ao invés de tabelas. E nenhum FLASH!!!! Para que menu em FLASH?  Flash tinha que ser abolido de casos como esse, em que o acesso ao site é monstruoso.  Flash depende de plugin, browser, velocidade de conexão entre diversos outros fatores: E se a pessoa for deficiente visual? Pronto! Não acessa o site.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Novos Profissionais em Mídias Digitais</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/04/24/novos-profissionais-em-midias-digitais/</link>
		<comments>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/04/24/novos-profissionais-em-midias-digitais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 14:44:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Midia Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Li recentemente uma matéria muito interessante sobre os novos profissionais em mídias digitais. O texto não se referia à mídias digitais diretamente, mas a internet, uma das ramificações desse monstro digital do novo século.
O artigo foi publicado no site IDG Now (www.idgnow.uol.com.br), sob o título “Conheça o novo profissional da internet, o mediador de mídias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li recentemente uma matéria muito interessante sobre os novos profissionais em mídias digitais. O texto não se referia à mídias digitais diretamente, mas a internet, uma das ramificações desse monstro digital do novo século.</p>
<p>O artigo foi publicado no site IDG Now (<a href="http://www.idgnow.uol.com.br" target="_blank">www.idgnow.uol.com.br</a>), sob o título “Conheça o novo profissional da internet, o mediador de mídias sociais”. O  texto trata da “descoberta” de um novo profissional em mídias digitais. Esse tal mediador será responsável por averiguar o que estão falando do seu cliente em: Blogs, Wordpress e redes sociais como o Orkut.</p>
<p>“Na web, o consumidor insatisfeito pode atingir até 220 pessoas ao falar mal de uma empresa - muito mais que no mundo real, quando ele atinge cerca de 11 pessoas, segundo Alessandro Lima, diretor de negócios da e.Life, que monitora o boca-a-boca on sobre marcas, produtos e serviços.</p>
<p>Estes profissionais devem, logo, monitorar e mediar o boca-a-boca virtual gerado pela velocidade com que os consumidores podem se manifestar online - negativa ou positivamente - sobre um produto, atingindo um grande número de internautas que concordam com o elogio ou reclamação.”</p>
<p>Há alguns posts atrás, eu falava sobre a importância das redes sociais corporativas para auxiliar na instrução de funcionários e reduzir o fluxo de chamados ao Helo Desk, como um singelo exemplo.  Mas agora você pode perceber que o investimento nessa área vai muito além disso.</p>
<p>Retomando então o assunto sobre redes sociais corporativas, impulsionado pelo artigo da IDG Now, posso acrescentar que essas redes tem muito o que  fazer pela empresa ou por um produto. Principalmente se o funcionário se sentir a vontade para se expor, escrever e debater os mais diversos assuntos.<br />
Além das redes sociais, os blogs, wikis, podcasts, videocasts, fóruns, entre outros recursos podem ser muito úteis para aumentar a eficácia na comunicação entre a empresa, seus funcionários e clientes.</p>
<p>Quem quiser ler o artigo na íntegra, basta visitar:<br />
<a href="http://idgnow.uol.com.br/carreira/2008/04/18/conheca-o-novo-profissional-da-internet-o-mediador-de-midias-sociais/" target="_blank">http://idgnow.uol.com.br/carreira/2008/04/18/conheca-o-novo-profissional-da-internet-o-mediador-de-midias-sociais/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/04/24/novos-profissionais-em-midias-digitais/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Descentralizar para unificar! – Parte 1: Divide e impera! (Maquiavel)</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/04/14/descentralizar-para-unificar-%e2%80%93-parte-1-divide-e-impera-maquiavel/</link>
		<comments>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/04/14/descentralizar-para-unificar-%e2%80%93-parte-1-divide-e-impera-maquiavel/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 11:01:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comunicação Empresarial]]></category>

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		<description><![CDATA[Na verdade, esta frase vem do método &#8220;dividir para conquistar&#8221;, primeiramente citado pelo General Sun Tzu, em &#8220;A Arte da Guerra&#8221;, alguns séculos antes de Cristo.
Parafraseando o general Chinês Sun Tzu, a idéia de se criar meios de comunicação interna cada vez mais descentralizados e, que ajudem os funcionários a desempenhar melhor suas funções é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na verdade, esta frase vem do método &#8220;dividir para conquistar&#8221;, primeiramente citado pelo General Sun Tzu, em &#8220;A Arte da Guerra&#8221;, alguns séculos antes de Cristo.</p>
<p>Parafraseando o general Chinês Sun Tzu, a idéia de se criar meios de comunicação interna cada vez mais descentralizados e, que ajudem os funcionários a desempenhar melhor suas funções é uma medida primordial dentro de uma empresa.  Novidade nenhuma até agora, não é mesmo?</p>
<p>Tudo bem, não é nenhuma novidade, então porque na prática isso não funciona?</p>
<p><strong>Geralmente a estrutura organizacional de uma empresa é divida assim:</strong></p>
<p><img src="http://www.filipesouza.com.br/palavras/wp-content/uploads/2008/04/fluxo_comunicacao_empresa.gif" alt="Geralmente a estrutura organizacional de uma empresa é divida assim:" /></p>
<p>A Sede ou Matriz, como muitos chamam, seria o “quartel general” da empresa.  É o local de onde vem as ordens, planejamentos estratégicos e organizacionais dos mais diversos (TI, RH, Administração, etc).</p>
<p>Vamos supor que essa nossa empresa tenha cerca de 10 mil funcionários. Uma sede localizada em Brasília, 4 filiais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Além disso, cada uma das filiais fica responsável por mais 3 empresas localizadas em cidades no interior dessas capitais.</p>
<p><strong>O corpo de funcionários ficaria assim:</strong></p>
<p><strong>Sede</strong>: 1000 funcionários<br />
<strong>Filial São Paulo</strong>: 4 mil funcionários<br />
<strong>Filial Rio de Janeiro</strong>: 4 mil funcionários<br />
<strong>Filial Porto Alegre</strong>: 500 funcionários<br />
<strong>Filial Belo Horizonte</strong>: 500 funcionários</p>
<p>Neste nosso exemplo, a Matriz está sediada em Brasília.  E de lá vem a intranet que toda a corporação acessa. O mesmo portal de intranet com as mesmas informações é distribuído para todos os funcionários de empresa.  Ou seja, o mesmo modelo de comunicação com a mesma informação é disponibilizado para pessoas com culturas diferentes, as necessidades de informação são diferentes e muitas vezes específicas e localizadas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Comunicação Social “Digital” nas empresas – parte 4</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/04/13/comunicacao-social-%e2%80%9cdigital%e2%80%9d-nas-empresas-%e2%80%93-parte-4/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Apr 2008 11:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Midia Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Papel de Parede do PC também é comunicação!
Um recurso valiosíssimo e muito mal utilizado dentro das empresas é o desktop do PC.  Muitos usuários colocam a foto da família, o cachorro, o time de futebol favorito como Papel de Parede.  E porque a empresa não usa esse recurso para divulgar mensagens?
Sem querer tirar a privacidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Papel de Parede do PC também é comunicação!</strong></p>
<p>Um recurso valiosíssimo e muito mal utilizado dentro das empresas é o desktop do PC.  Muitos usuários colocam a foto da família, o cachorro, o time de futebol favorito como Papel de Parede.  E porque a empresa não usa esse recurso para divulgar mensagens?</p>
<p>Sem querer tirar a privacidade dos seus funcionários, ou mesmo ser ditador quanto ao uso do Papel de Parede no PC desses funcionários, a TI da sua empresa pode desenvolver softwares que mudem o Papel de Parede simultaneamente em todos os PC da empresa.  Através de scripts de rede, o papel de parede pode mudar em horários pré determinados: assim que o usuário liga o PC pela manha ou depois do almoço, por exemplo.  O aviso pode ficar na tela por uma hora e depois o sistema retorna o papel de parede que o usuário usava.</p>
<p>Caso a política da empresa não permita que seus funcionários coloquem papéis de parede pessoas, ou personalizem o PC, essa tarefa fica mais fácil ainda.  Você pode criar as mais diversas campanhas e avisos, como: informar atualizações na intranet, novo vídeo na TV Web, lançamentos da empresa, etc&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Comunicação Social “Digital” nas empresas – parte 3</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/04/12/comunicacao-social-%e2%80%9cdigital%e2%80%9d-nas-empresas-%e2%80%93-parte-3/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Apr 2008 15:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Midia Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[E Web TV na intranet? Pode?
Pode sim senhor! E é outro excelente canal para endomarketing, veicular informação institucional, campanhas, além de discursos de gerentes, diretores, superintendentes, etc.
E a implementação dessa tecnologia também é com custo zero. A empresa vai usar um servidor Linux, com apache para rodar os vídeos.  Para criar os vídeos pode usar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>E Web TV na intranet? Pode?</strong></p>
<p>Pode sim senhor! E é outro excelente canal para endomarketing, veicular informação institucional, campanhas, além de discursos de gerentes, diretores, superintendentes, etc.</p>
<p>E a implementação dessa tecnologia também é com custo zero. A empresa vai usar um servidor Linux, com apache para rodar os vídeos.  Para criar os vídeos pode usar o Flash e o Total Vídeo Converter para gerar os arquivos FLV.</p>
<p>A criação dos arquivos e o sistema para exibição é tão simples como descascar banana.  É claro que você vai precisar de um profissional em flash/webdesign.</p>
<p>Mas como eu havia dito, o sistema em si não é nenhum bicho de sete cabeças. E depois é só bolar um email marketing bem bacana, um hotsite simples e mandar para todo mundo.  Não esqueça de medir o tráfego de visitas desse canal.</p>
<p>Já cheguei a fazer alguns sistemas que ficaram bem semelhantes ao You Tube.  Imagine um You Tube institucional!  Você poderá veicular a festa de fim de ano, informativos com base em clipping, boletins da TI sobre Segurança da Informação, Segurança do Trabalho, entrevistas com a equipe de Medicina do Trabalho da empresa sobre má postura frente ao PC. Isso são apenas alguns parcos exemplos de pauta para sua Web TV.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Comunicação Social “Digital” nas empresas – parte 2</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/04/11/comunicacao-social-%e2%80%9cdigital%e2%80%9d-nas-empresas-%e2%80%93-parte-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 15:50:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Midia Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente o uso da intranet em algumas empresas limita-se a agrupar documentos, exibir os aniversariantes do dia, lista telefônica e às vezes os classificados. Algumas empresas até conseguem ir um pouco além da mesmice ao agregar seus manuais de sistemas internos e manuais para treinamentos.
Com o uso de recursos oriundos da internet está cada vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente o uso da intranet em algumas empresas limita-se a agrupar documentos, exibir os aniversariantes do dia, lista telefônica e às vezes os classificados. Algumas empresas até conseguem ir um pouco além da mesmice ao agregar seus manuais de sistemas internos e manuais para treinamentos.</p>
<p>Com o uso de recursos oriundos da internet está cada vez mais fácil para implementar essas novas funcionalidades. E o melhor de tudo isso: é que em muitas vezes o custo dessa implementação é zero.</p>
<p>Um recurso interessante para a intranet é uma rádio digital ou um podcast.  Com programas semanais. O conteúdo dessa programação varia de acordo com o modelo de negócios da empresa.</p>
<p>Mais uma vez usarei como exemplo a Infraero, empresa onde trabalho.  Como poderíamos usar os recursos multimídia oferecidos pela web aqui na regional do Galeão?  Simples, boletins sobre assuntos que dizem respeito a Regional.  Entrevistas com passageiros e funcionários, orgânicos ou terceirizados, novos projetos sociais. O interessante é fazer tudo isso em podcast e seguir o modelo de informação da Band News FM. Acho a forma como a Band News FM faz seus boletins de informação extremamente dinâmicos e atraentes.</p>
<p><strong>Mas o que é Podcast?</strong></p>
<p>Não vou reinventar a roda, escrevendo linhas e mais linhas e dissertando sobre Podcast. Vou recorrer ao excepcional Wikipédia e traduzir o verbete: <strong>Podcast</strong>.</p>
<p><strong>Podcasting</strong> é uma forma de publicação de programas de áudio, vídeo e/ou fotos pela Internet que permite aos utilizadores acompanhar a sua atualização. A palavra &#8220;podcasting&#8221; é uma junção de iPod - um aparelho que toca arquivos digitais em MP3/MP4 - e broadcasting (transmissão de rádio ou tevê).<br />
Assim, podcast são arquivos de áudio que podem ser acessados pela internet.<br />
Estes áudios podem ser atualizados automaticamente mediante uma espécie de assinatura. Os arquivos podem ser ouvidos diretamente no navegador ou baixados no computador.<br />
<strong>Fonte:</strong> Wikipédia - <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcast" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcast</a></p>
<p>Então! Entenderam o que é um podcast?  Perceberam o alcance que arquivos de áudio podem ter dentro da sua empresa e na vida profissional e na rede de informação de seus funcionários?  Não?</p>
<p>Pois bem, pense no seguinte: Quantas pessoas que trabalham com você possuem celular com mp3 player? Senão possuem, talvez tenham um mp3 player portátil, desses genéricos que se compra por R$ 70,00 na Casa &amp; Vídeo ou camelôs da vida.  E no carro? Muitos já possuem cd-player automotivos com mp3. Isso sem contar Palms, Pocket Pcs e etc&#8230;  Então, todos esses gadgets estão cada vez mais acessíveis e os mais diversos possuem o que é já considerado o mínimo atualmente: reproduzir arquivos mp3.</p>
<p>Isso tudo significa: Portabilidade e Mobilidade. Gerentes, diretores, funcionários, podem levar as informações de sua empresa para onde quiserem.</p>
<p><strong>Como criar um Podcast?</strong></p>
<p>A edição e distribuição desse material são de extrema facilidade, já que existem ferramentas gratuitas tanto para edição quanto para distribuição.</p>
<p>Para edição podemos usar o Audacity.  Inclusive em alguns posts atrás eu explico como editar em um breve tutorial.</p>
<p>Para distribuir o podcast você pode usar uma ferramenta chamada loudblog. O Loundblog é um gerenciador para conteúdo em áudio e vídeo, e o melhor de tudo: é totalmente customizável. Usa plataforma PHP e tem código aberto, ou seja, você pode modificá-lo como achar melhor.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ética na comunicação já! Mesmo para estudantes?</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/04/11/etica-na-comunicacao-ja-mesmo-para-estudantes/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 12:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comunicação Empresarial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filipesouza.com.br/palavras/?p=63</guid>
		<description><![CDATA[Ontem aconteceu comigo um fato lamentável. Muito lamentável, que tirou minha vontade de terminar um trabalho “freela” que eu tinha para fazer.
Antes de começar meus trabalhos em casa,  sigo um pequeno ritual: chegar em casa (óbvio!, mas com o trânsito&#8230;.), tomar um maravilhoso e exorcizante banho, sentar na minha confortável cadeira à frente no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem aconteceu comigo um fato lamentável. Muito lamentável, que tirou minha vontade de terminar um trabalho “freela” que eu tinha para fazer.</p>
<p>Antes de começar meus trabalhos em casa,  sigo um pequeno ritual: chegar em casa (óbvio!, mas com o trânsito&#8230;.), tomar um maravilhoso e exorcizante banho, sentar na minha confortável cadeira à frente no notebook e: Let´s Begin!</p>
<p>Assim que abro o Photoshop, a editora chefe do jornal da faculdade fala comigo pelo <a title="Sobre o Google Talk" href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.google.com%2Ftalk%2Fintl%2Fpt-BR%2F&amp;ei=ZFz_R4emIIWCggS1htyCCQ&amp;usg=AFQjCNGJtjJ4ytCWaD1zA_FYHS-_6AfJqw&amp;sig2=HIPpJknVpTpUO1x64qP5vg" target="_blank">Google Talk</a>:  - Posso falar com você?</p>
<p>Quando estou trabalhando, não sou de muitos amigos, mesmo porque, me concentro muito, mas dei atenção.  Foi quando ela disse que a editora da seção Cultura, do jornal, havia dito que minha resenha sobre o show do <a href="http://www.metalzone.com.br/site/shows/mat.php?recordID=9" target="_blank">Ozzy</a>, que gentilmente cedi ao <a href="http://unicavoz.wordpress.com/2008/04/07/ozzy-osbourne-korn-black-label-society/#more-141" target="_blank">jornal da faculdade: Unica Voz</a>, era um PLÁGIO!</p>
<p>Nesse momento gelei, ao mesmo tempo o sangue ferveu em minhas veias, a vontade de explodir, virar uma bola de fogo, sair pela janela e pulverizar aquela criaturinha sem o mínimo de Ética Profissional (editora da Seção Cultura).</p>
<p>Por que essa criatura não tem Ética Profissional?  Pelo simples fato de acusar um profissional, sem ao menos realizar três funções básicas do profissional de jornalismo:<br />
1) Pesquisar a fundo o assunto<br />
2) Checar as fontes<br />
3) Confrontar os dados e Checar tudo novamente</p>
<p>O mais engraçado disso tudo é que a criatura acéfala usou como fonte e como acusação, o meu próprio portal de informação o Metal Zone (<a href="http://www..metalzone.com.br" target="_blank">www..metalzone.com.br</a>), uma revista eletrônica sobre rock e metal, que tenho há oito anos (sim, faço jornalismo há oito anos, mas só agora tive grana pra me formar).</p>
<p>Então a partir dessa anedota verdadeira, fiquei me questionando o quanto é necessário ser ético e tomar cuidado com acusações que fazemos, informações que veiculamos e mesmo sendo verdadeiras é obrigação do repórter checar suas fontes, refazer todo o percurso das informações.</p>
<p>O mais absurdo dessa anedota, foi que eu “a vítima” tive que me defender e correr atrás do prejuízo e não a aluna sem escrúpulos e sem moral profissional, que deveria provar que a matéria foi plagio.</p>
<p><strong>Mas afinal, o que é ética?</strong></p>
<p>A ética pode ser interpretada como um termo genérico que designa aquilo que é freqüentemente descrito como a &#8220;ciência da moralidade&#8221;, seu significado derivado do grego, quer dizer &#8216;Morada da Alma&#8217;, isto é, suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto. (<strong>Fonte</strong>: Wikipédia: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica</a>)</p>
<p><strong>Ética vem de berço ou se aprende na faculdade?</strong></p>
<p>Os cursos de comunicação deveriam colocar algumas matérias já extintas do currículo do antigo segundo grau (bem antigo mesmo) em pauta novamente.  Matérias como: Moral e Civismo, Moral é Ética e Educação em Sociedade.</p>
<p>Matérias relacionadas a ética e formadoras de caráter profissional deviam ser aplicadas logo no início do curso, para amenizar o impacto da falta de moral e ética profissional, que já deviam vir de berço.</p>
<p>Assim, deixo no ar uma pergunta: - É esse o tipo de profissional que vai para o mercado? Foi esse mesmo tipo de profissional que gerou toda aquela confusão da Escola Base em março de 1994. [ <strong>leia mais aqui</strong>: <a href="http://oglobo.globo.com/sp/mat/2006/11/13/286621871.asp" target="_blank">http://oglobo.globo.com/sp/mat/2006/11/13/286621871.asp</a> ]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Redes Sociais Corporativas. É possível?</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/03/25/redes-sociais-corporativas-e-possivel/</link>
		<comments>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/03/25/redes-sociais-corporativas-e-possivel/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 13:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Midia Digital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filipesouza.com.br/palavras/?p=60</guid>
		<description><![CDATA[Integração Empresa – Funcionário através de redes sociais internas
As redes sociais virtuais já são um cenário mais do que real e de aplicabilidade infinita, que extrapolam as necessidades básicas de entretenimento e aglutinação de pessoas.
Usando como exemplo um dos mais populares sites de relacionamento no Brasil, o orkut, veremos que nem tudo nessa mídia é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Integração Empresa – Funcionário através de redes sociais internas</strong></p>
<p>As redes sociais virtuais já são um cenário mais do que real e de aplicabilidade infinita, que extrapolam as necessidades básicas de entretenimento e aglutinação de pessoas.</p>
<p>Usando como exemplo um dos mais populares sites de relacionamento no Brasil, o orkut, veremos que nem tudo nessa mídia é usado para passar o tempo.  Através do orkut se tem acesso a comunidades com foco em trabalho e aperfeiçoamento profissional, além de discussões das mais diversas.</p>
<p>Algumas empresas usam comunidades populares para divulgar produtos, criar vínculos entre a marca e o público e até medir o nível de popularidade da marca.</p>
<p>Esses modelos de marketing ficaram conhecidos na rede como “Marketing Viral”.  Onde o indivíduo acaba se “contaminando” com um determinado assunto postado em uma comunidade e ou perfil que o adiciona oferecendo serviços ou produtos.</p>
<p>No Wikipédia existe uma definição interessante para Marketing Viral:</p>
<blockquote><p><strong>O marketing viral e a publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares a extensão de uma epidemia. A definição de marketing viral foi cunhada originalmente para descrever a prática de vários serviços livres de email de adicionar sua publicidade ao email que sai de seus usuários. O que se assume é que esse anúncio, alcance um usuário &#8220;susceptível&#8221;, esse usuário &#8220;será infectado&#8221; (ou seja, se ativará uma conta) e pode então seguir infectando a outros usuários susceptíveis. Enquanto cada usuário infectado envia o email a mais de um usuário susceptível por média (ou seja, a taxa reprodutiva básica é maior que um), Os resultados &#8220;standard&#8221; em epidemiologia implicam que o número de usuários infectados crescerá segundo uma curva logística, cujo segmento inicial é exponencial.</strong></p></blockquote>
<p><strong>Fonte:</strong> Wikipédia [<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_viral" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_viral</a>]</p>
<p><strong>Qual a aplicabilidade desse modelo em uma organização?</strong></p>
<p>Tomando como exemplo a INFRAERO, empresa na qual trabalho, o uso de uma rede social estreitaria os laços de amizade e cooperação entre os mais diversos departamentos, entre funcionários orgânicos e terceirizados.   Os funcionários poderiam trocar experiências de trabalho, se juntar em comunidades para partilhar conhecimentos específicos, etc..</p>
<p>Muitos funcionários viajam e poderiam fazer um ranking dos melhores hotéis, instalações e restaurantes etc&#8230; Isso serviria de guia para que outros funcionários se sintam mais confortáveis ao fazer suas viagens a trabalho.</p>
<p>Algumas comunidades sobre softwares comumente usados como: Powerpoint e Excel, serviriam de suporte e desafogaria o Helpdesk da empresa.  Esses programas sempre geram dúvidas e com algumas dicas através dessas comunidades, os funcionários teriam mais facilidade de desenvolver seus trabalhos.</p>
<p>O departamento de recursos humanos pode manter uma comunidade que funcione como um FAQ (Perguntas Freqüentes) para os funcionários.</p>
<p>Redes sociais em ambiente web ampliam os horizontes de relacionamento empresa-empregado, onde a empresa não é apenas a provedora de recursos e suporte ao trabalho do funcionário.  Através dessa rede social interna, os empregados serão os responsáveis pela ajuda mútua e suporte em diversas áreas.</p>
<p><strong>Ações indevidas nessa rede social</strong></p>
<p>Assim como no orkut, uma das grandes barreiras para implementar um projeto nesses moldes, em uma empresa de grande porte como a Infraero é a monitoração. Para que essa rede social interna não se transforme em mundo fora de controle. E até mesmo um manancial para crimes cibernéticos (Ullises Campbell – Jornalista do Correio Brasiliense).</p>
<p>Atrair os mesmos problemas do orkut como : dispersão de trabalho, tempo gasto com fofocas, intrigas e assuntos que levem o funcionário a semear a discórdia devem ser fiscalizados e combatidos. Assim, esse novo molde de rede social funcionaria de forma pacífica e seus fins  serão alcançados.</p>
<p><strong>Formas de Controle</strong></p>
<p>Para manter o propósito desse trabalho e o nível harmônico da aplicação digital é necessário criar mecanismos de controle de acesso e conteúdo publicado. E impossibilitar os usuários, criarem perfis anônimos. Usar como controle sua matrícula seria um das primeiras atitudes.  Além de criar regras claras para o uso da ferramenta como: Não publicar assuntos ofensivos, discriminatórios, de cunho sexual e/ou pornográfico, etc..</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Reduza o consumo de memória do Firefox</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/03/25/reduza-o-consumo-de-memoria-do-firefox/</link>
		<comments>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/03/25/reduza-o-consumo-de-memoria-do-firefox/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 11:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Firefox]]></category>

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		<description><![CDATA[Já é lugar comum dizer que o Firefox é o melhor browser para se trabalhar e navegar na internet.  Infelizmente um dos problemas do FF é o mal uso de memória que o programa faz quando é minimizado.
Darei algumas dicas para você resolver esse problema.
1 – Abra o Firefox
2 – Digite na barra de endereço: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já é lugar comum dizer que o Firefox é o melhor browser para se trabalhar e navegar na internet.  Infelizmente um dos problemas do FF é o mal uso de memória que o programa faz quando é minimizado.</p>
<p>Darei algumas dicas para você resolver esse problema.</p>
<p>1 – Abra o Firefox<br />
2 – Digite na barra de endereço: <strong>about:config</strong> (Dê Enter)<br />
3 - Clique com o botão direito do mouse na lista que aparece e escolha: <strong>Nova Opção</strong> &gt;&gt; <strong>Boolean</strong><br />
4 – Digite <strong>config.trim_on_minimize</strong> na caixa pop-up que aparece e dê Enter.<br />
5 – Selecione <strong>TRUE</strong> e dê Enter<br />
6 – Reinicie seu Firefox</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/03/25/reduza-o-consumo-de-memoria-do-firefox/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Comunicação Social &#8220;Digital&#8221; nas empresas - parte 1</title>
		<link>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/03/17/comunicacao-social-nas-empresas/</link>
		<comments>http://www.filipesouza.com.br/comunicacaodigitalempresarial/2008/03/17/comunicacao-social-nas-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 14:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Midia Digital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filipesouza.com.br/palavras/?p=30</guid>
		<description><![CDATA[Falta apenas um semestre para eu me formar em jornalismo. Entrei na faculdade como webdesigner querendo me especializar em comunicação social e saio como arquiteto da informação especializado em design e desenvolvimento de mídias digitais. O interessante disso tudo é que desenvolvi e apliquei várias teorias que passei alguns anos formentando, sonhando e viajando.
Uma das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falta apenas um semestre para eu me formar em jornalismo. Entrei na faculdade como webdesigner querendo me especializar em comunicação social e saio como arquiteto da informação especializado em design e desenvolvimento de mídias digitais. O interessante disso tudo é que desenvolvi e apliquei várias teorias que passei alguns anos formentando, sonhando e viajando.</p>
<p>Uma das teorias que venho estudando é a falta de tecnologia e aplicabilidade das Mídias Digitais na Comunicação Social de empresas. Exemplos? Intranets mal estruturadas, falta de aplicabilidade de e-learning, bibliotecas virtuais em áudio, pdf e vídeo, falta de portabilidade da informação interna, sistemas de informação e/ou gestão mal formulados e manuais desses sistemas também mal feitos.</p>
<p><strong>O que é Comunicação Empresarial?</strong></p>
<p>A comunicação empresarial é uma atividade estratégica para as diretorias e presidências das empresas. Ela engloba, nas empresas, a supervisão da assessoria de imprensa, o planejamento, implementação e condução das ações de comunicação interna — o que envolve o público interno, ou seja, os funcionários da corporação, e todo e qualquer relacionamento com o público externo, no âmbito corporativo. As atividades de comunicação empresarial ainda englobam o cuidado com a imagem corporativa, ou seja, com a marca da empresa (não confundir com as marcas dos produtos) e assim, cuida da imagem da empresa. Os profissionais desta área estão sempre preocupados com o relacionamento da empresa como um todo com a sociedade e seus interlocutores. Eles olham este relacionamento não de forma multifacetada, ou seja, apenas como clientes, fornecedores, parceiros, mas principalmente como formadores de opinião e membros de uma sociedade e que podem auxiliar ou não na preservação da imagem da empresa. Trabalham na área de comunicação empresarial principalmente jornalistas, relações públicas e publicitários mas, no Brasil, os postos de gerência sênior e de diretoria têm sido ocupados por profissionais de outras áreas.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: Wikipédia (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_empresarial" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_empresarial</a>)</p>
<p><strong>Mídias Digitais: Comunicação Social x TI</strong></p>
<p>De quem seria a função de desenvolvimento de uma intranet? Talvez o departamento de Tecnologia de Informação da empresa fique responsável pela construção do portal, mas é de responsabilidade da Comunicação Social arquitetar o projeto, viabilizar o fluxo de informação desse portal, desenvolver o wireframe, estipular quais informações serão de domínio público. Tudo isso, de acordo com os interesses da organização.</p>
<p>Infelizmente não é o que acontece. Por falta de profissionais de comunicação especializados em mídias digitais, a TI acaba ficando a cargo do desenvolvimento dessas mídias, o que não significa falta de competência ou falta de qualidade do material, mas muitas das vezes a parte estética do projeto e tecnológica fica em primeiro plano e o usuário do veículo digital e as informações que deveriam servi-lo acabam se perdendo.</p>
<p><strong>Intranet não é um house-organ digital<br />
</strong><br />
Pesquisei entre amigos como era feita a comunicação digital empresa que trabalham e como era a intranet, se existia bibliotecas virtuais e se existia treinamento de funcionários através de sistemas e-learning.</p>
<p>Nesse texto vou focar no papel da Comunicação Social de empresas na aplicação das mídias digitais para reforçar a comunicação interna.</p>
<p>Pesquisei cinco empresas (não vou citar os nomes) onde a Comunicação Social se preocupou apenas com o conteúdo da intranet, por exemplo. Foram produzidos textos e mais textos para informar seus funcionários. Em muitas das vezes eram os mesmos textos que foram publicados em house-organs e fixados em murais.</p>
<p>A intranet geralmente não era atrativa, não instigava o funcionário a visitá-la. A disposição das seções e o fluxo de informação dentro de todo o portal são ambíguos e confusos.</p>
<p><strong>E endomarketing na Intranet ?</strong></p>
<p>A intranet é o campo ideal para aplicar as estratégias de marketing da empresa.  Através da intranet pode-se aplicar pesquisar mais confiáveis, testar a satisfação de seus funcionários com seu produto ou serviço e até a satisfação do funcionário com o que a empresa oferece.</p>
<blockquote><p> “Pode-se imaginar o quanto o Endomarketing será importante para o crescimento dos negócios nesse cenário (cenário Globalizado). E o quanto representará para as empresas que souberem como estruturar seus planos de abordagem aos empregados, visando a máxima qualidade do produto ou serviço que oferecem aos seus clientes.”</p></blockquote>
<p>(Fonte: site Endomarketing.com)</p>
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		<title>Pirataria e MP3 as pedras no caminho: Industria fonográfica e artistas sobrevivem a duras penas</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2007 15:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>filipesouza</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Midia Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[A pirataria de produtos fonográficos (fitas, discos de vinil e cds) sempre existiram, mas com o crescimento tecnológico os meios de se duplicar a informação contida em cds facilitou e expandiu em mais de 100% a produção de material pirata em todo o mundo. A industria fonográfica é composta de artistas, gravadoras, selos, compositores, produtores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pirataria de produtos fonográficos (fitas, discos de vinil e cds) sempre existiram, mas com o crescimento tecnológico os meios de se duplicar a informação contida em cds facilitou e expandiu em mais de 100% a produção de material pirata em todo o mundo. A industria fonográfica é composta de artistas, gravadoras, selos, compositores, produtores musicais, executivos.<br />
Até mesmo antes da popularização do cd já existia o comercio de fitas cassetes oriundas da gravação de seus originais em LP.  Não era difícil encontrar os últimos lançamentos dos mais diversos artistas.  Mas mesmo com esse comércio o mercado das grandes gravadoras não era nem se quer arranhado.  Só que com o surgimento do Cd e logo em seguida a criação de tecnologia capaz de criar até 30 cds a partir de um original por hora, começou a chamar atenção das grandes gravadoras e de artistas para o preocupante mercado da pirataria.<br />
E para piorar ainda mais a situação, surgiu em 1995 o formato para compactação de áudio digital chamado mp3.  O que para muitas pessoas pareceu ser uma revolução dentro da música em pouco tempo com a popularização da Internet e a chegada de programas que compartilham arquivos entre milhares de usuários (os famosos P2P – como Napster, Soulseek e Kazaa) o MP3 tornou-se uma febre e em poucos anos começou a mexer no bolso das gravadoras que nada puderam fazer em relação a isso.  Se não bastasse somente o compartilhamento de arquivos, industrias do ramo de produtos eletrônicos investiram em aparelhos que puderam reproduzir mp3 gravados em cds e em mp3 players. O mais famoso dos mp3 players é o Ipod desenvolvido pela empresa americana Apple.  O Ipod pode armazenar até 60 gigas de mp3.</p>
<p><strong>O Brasil no contexto do mercado fonográfico</strong><br />
No Brasil o mercado fonográfico existe há cerca de 100 anos.  O mercado brasileiro passou por todas as transformações tecnológicas que surgiram, o LP, a fita cassete, cd, dvd e a Internet.<br />
A ABPD (Associação Brasileira de Produtores de Discos) é o órgão responsável pela emissão de certificados que comprovam a venda de discos no país.  Para termos uma idéia da dimensão das vendas de produtos piratas no Brasil, podemos levar em consideração as premiações realizadas pela ABPD.<br />
Para que um artista possa ganhar um disco de Diamante era necessário vender 1 milhão de cds, isso até o início de 2004.  Agora esse valor caiu para a metade, isso se aplica à premiação de discos de Ouro e Prata também.  Um reflexo claro do efeito da pirataria no país.</p>
<p><strong>Um negócio chamada Pirataria</strong></p>
<p>Desde 1994 após a mudança do plano econômico para o Real, o país conseguiu estabilizar sua economia e elevar seus padrões de vida e sociais.  No campo da música o país subiu três posições no ranking do business da música em 1997 (IFPI 2000 apud VICENTE, 2001, p. 298), mas desde 1999 ocupa o terceiro lugar no ranking mundial da pirataria, perdendo apenas para Rússia e China (<a href="http://abpd.com.br" title="Associação Brasileira de Produtores de Discos" target="_blank">abpd.com.br</a>).<br />
O país não tem leis fortes e completas para conter a pirataria.  Em um trecho de uma matéria do site Consultor Jurídico frisa muito bem isso.<br />
Segundo o superintendente da 7ª Região Fiscal da Receita Federal, César Augusto Barbiero, a troca de arquivos pela Internet no Brasil tem um agravante legal para o problema da pirataria, que o torna quase sem solução. “O dispositivo inserido à Constituição (artigo 5º, inciso XII), que garante direito à privacidade e sigilo nas comunicações, impede a investigação. A lei brasileira garantiu um direito absoluto de privacidade, que não pode ser quebrado nem por ordem judicial. Como atacar isso? Poderíamos tentar interceptar mensagens, mas seria um abuso de poder e uma prova judicial ilegal – portanto, inválida”, comentou.<br />
De acordo com Barbiero, foram apreendidas 91,5 milhões de toneladas de produtos pitaras decorrentes de importação no último ano. O valor dessas mercadorias foi avaliado em cerca de R$ 47,24 bilhões. Já com destino à exportação teriam sido apreendidos 295,1 milhões, no valor de R$ 60,36 bilhões. Em entorpecentes, a apreensão foi de 1.650 kg de cocaína, 1.963 kg de maconha, 1.308 frascos de lança-perfume, 45 mil ampolas e 10 mil comprimidos anabolizantes. Ao todo foram 392 milhões de apreensões &#8212; entre as principais estão eletrônicos, cigarros, bebidas, vestuário e CDs &#8211;, com 69 prisões relacionadas ao tráfico de drogas e nenhuma prisão relacionada ao crime de Propriedade Industrial. Foram 6,5 mil denúncias para crime relacionado ao comércio exterior e 26 mil processos instaurados.<br />
O portal de musica Metal Zone (<a href="http://www.metalzone.com.br" title="Metal Zone" target="_blank">www.metalzone.com.br</a>) fez algumas pesquisas entre seus usuários.  Nos gráficos a seguir você acompanhará o perfil dos usuários em relação à pirataria, mp3 e cds originais.</p>
<p><img src="http://www.filipesouza.com.br/palavras/wp-content/uploads/2007/08/graf01.jpg" alt="Em relação ao comércio de cds, qual a sua posição?" /></p>
<p><img src="http://www.filipesouza.com.br/palavras/wp-content/uploads/2007/08/graf02.jpg" alt="Você acha justo o valor cobrado por um cd original?" /></p>
<p><img src="http://www.filipesouza.com.br/palavras/wp-content/uploads/2007/08/graf03.jpg" alt="Se o valor do cd original caísse pela metade, você passaria a comprar cds originais?" /><br />
<strong>Tem solução?<br />
</strong><br />
O crescimento da pirataria e o seu fortalecimento em mercados emergentes como o do Brasil e no restante do mundo fez com que as gravadoras repensassem seu modo de agir e mudassem suas estratégias de marketing.  As gravadoras perceberam que a figura mais importante desse negócio são os consumidores e não elas próprias.<br />
Assim é necessário que gravadoras busquem novas soluções de comercialização de seus produtos e entendam que em um mercado como os de hoje, vender 1 milhão de cds já não é possível, então que se estudem novas formas de atrair o consumidor ao produto original.</p>
<p><strong>Fontes de referências:</strong><br />
<a href="http://www.abpd.com.br" target="_blank">www.abpd.com.br</a><br />
<a href="http://www.conjur.com.br" target="_blank">www.conjur.com.br</a><br />
<a href="http://www.justica.gov.br" target="_blank">www.justica.gov.br<br />
</a></p>
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