Estou feliz da vida! Adiquiri recentemente o NOKIA N81 com oito gigas de memória. Não é apenas um telefone celular e sim um pequenino computador de bolso.

Esse telefone, além de possuir a maior capacidade do mercado nacional, tem vários programas que se pode instalar para diversos fins: jogos, navegação, emails, editores de texto.

Instalei nele um cliente GMAIL, o Google Maps, jogos e o Quick Office. O sistema operacional do celular é o Symbian. O Symbian é um sistema operacional que permite que você rode aplicativos desenvolvidos em diversas linguagens como: Symbian C++, Java ME, FlashLite, Pearl, Pynthon, entre outros.

E o bacana do Nokia N81 é que ele não é um celular só para entretenimento. É informação móvel. E essa informação não vem através somente de voz, você obter e transmitir essa informação através de dados.

Outra grande vantagem do N81 é o acesso a redes sem fio (WI-FI), ou seja, se você estiver em algum local com redes wi-fi aberta, pode se conectar e usar os aplicativos para internet do seu celular, sem custo.  Muitos shoppings, bares, cafés e cyber-cafes já oferecem aos seus clientes, conexão wi-fi sem custo.

Nos próximos posts, apresentarei detalhadamente alguns dos recursos que utilizo com o Nokia N81.

Nokia N81

Lembram-se do post “Ética na comunicação já! Mesmo para estudantes?” faltou informar o que aconteceu depois de todo o fuzuê.

Bem, a “menina desatenta” foi afastada da editoria de cultura pela responsável do jornal online da faculdade. O coordenador do curso foi informado sobre o incidente e as coisas seguiram o curso normal de calmaria e bonança.

A justiça se fez presente, de forma rápida, clara e objetiva. Mesmo que para isso você consiga alguns desafetos, inimigos e caras amarradas. Muita gente ainda acha coisa de “gente nervosinha” você correr atrás da verdade.

Ces’t La Vi!

Vivemos em um mundo onde a propaganda, as formas, os sons , imagens e cores estão por toda a parte. Seja no mundo real ou digital, nos deparamos a todo o momento com sites onde a informação aparece: piscando, pulando e indo de um lado ao outro. A informação aglutinada para dar conta dos anseios dessa “nova sociedade digital” em se manter informada é o que mais vemos na rede.

Em alguns casos fica complicado fugir desse amontoado de textos e imagens, como em portais, zines, intranets, etc… Em outros momentos, podemos minimizar o efeito “carregado” optando por soluções mais simples: design leve e arquitetura de informação direta e sem rodeios.

Para resolver essa questão, que talvez se torne um ruído na comunicação mídia digital >> usuário, os designers de mídias digitais, ou webdesigners - como preferir, recorreram ao Minimalismo.

O Minimalismo é um dos diversos movimentos artísticos e culturais que atravessaram o século XX. Caso queira se aprofundar no assunto, sugiro uma visita ao artigo no site do Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Minimalismo.

E dessa vertente artística, que vem o bordão: onde o menos é mais. Muito usado por designers, arquitetos e programadores visuais.

O Minimalismo em design digital

Trabalhar com o conceito de design minimalista parece uma tarefa fácil e sem nenhuma complicação. Talvez, porque a principio você nada mais tem a fazer do que expurgar toda e qualquer vontade louca de incrementar o layout do site.

Mas isso é muito difícil! Digo isso porque como designer, acho muito, mas muito complexo me libertar da ânsia de colocar mais cor, degradês, imagens trabalhadas, boxes entre outros elementos gráficos para dar “riqueza” ao trabalho.

O segundo layout desenvolvi usando o mínimo de recursos gráficos e utilizando somente uma página. Onde todo o conteúdo do site pode ser lido, sem que o visitante saia buscando desvairadamente por links.

Layout 01 - Necessita da ação do visitante para acessar o conteúdo. (Clique na imagem para ampliar)

Layout 01 - Necessita da ação do visitante para acessar o conteúdo:

Layout 02 - Todo o conteúdo está condensado em uma única página. (Clique na imagem para ampliar)

Layout 02 - Todo o conteúdo está condensado em uma única página.

E o cliente?

Tudo bem que, esteticamente, um site minimalista é tido como simples, porém faço minhas as palavras do escritor Roger Cahen, no livro – Tudo o que os gurus não lhe contaram sobre Comunicação Empresarial (Editora Best Seller – 11ª Edição/2007):

“…Temos verdadeiro pavor de expor nossas idéias de forma clara e direta por julgarmos que, agindo assim, os outros vão achar que somos simples – no sentido de simplórios ou bobos. Assim, clareza, simplicidade e transparência vão ficando cada vez mais raras, e aqueles que as usam são, no mínimo, classificados como Excêntricos”. E o autor continua: “Acredito que a verdadeira beleza está na simplicidade, nitidez e transparência – seja de formas, seja de idéias.”

Esse pensamento do escritor Roger Cahen sintetiza o pensamento de designers e arquitetos de informação, mas vai contra a concepção de muitos clientes ao se defrontarem com um site minimalista. E talvez seu cliente se recuse a pagar um valor tido como exorbitante por um trabalho que “não tem nada”.

Direto e Reto

Um projeto minimalista expõe sua idéia de forma direta, sem voltas e entraves, que podem vir a existir. Mas como expliquei há alguns parágrafos atrás: - Ser minimalista é complexo.

Acredito em uma simbiose. Você pode desenvolver um site sem abusar de recursos gráficos, sem levar seu visitante/leitor a um balé através de links e dar a ele o que o coitado mais quer: INFORMAÇÃO!

Mas o conceito de “design para sites minimalista” ainda é uma teoria em formação. Poucos adotam esse conceito e muitos o acham sem graça e não vale investimento algum.

Onde aplicar esse conceito?

Sites sobre cursos, eventos empresariais, área de saúde, são alguns bons exemplos de aplicabilidade. Geralmente o público alvo desses sites estão em busca apenas de informação direta e sem rodeios: Quanto custa, quando será, o local do evento, atrações e conteúdo do curso. Mais nada.

Um exemplo interessante é o site desenvolvido pelo governo do Estado do Rio de Janeiro, para ajudar a população na prevenção da epidemia de dengue: www.riocontradengue.com.br.

O site só peca por poluir a página principal com notas sobre a doença. Na parte superior do site, já deveriam vir informação de prevenção e telefones para denunciar os focos de dengue. E remover a terceira coluna, já que de nada serviu.

E poderiam usar tableless para desenvolver o site ao invés de tabelas. E nenhum FLASH!!!! Para que menu em FLASH? Flash tinha que ser abolido de casos como esse, em que o acesso ao site é monstruoso. Flash depende de plugin, browser, velocidade de conexão entre diversos outros fatores: E se a pessoa for deficiente visual? Pronto! Não acessa o site.

Li recentemente uma matéria muito interessante sobre os novos profissionais em mídias digitais. O texto não se referia à mídias digitais diretamente, mas a internet, uma das ramificações desse monstro digital do novo século.

O artigo foi publicado no site IDG Now (www.idgnow.uol.com.br), sob o título “Conheça o novo profissional da internet, o mediador de mídias sociais”. O  texto trata da “descoberta” de um novo profissional em mídias digitais. Esse tal mediador será responsável por averiguar o que estão falando do seu cliente em: Blogs, Wordpress e redes sociais como o Orkut.

“Na web, o consumidor insatisfeito pode atingir até 220 pessoas ao falar mal de uma empresa - muito mais que no mundo real, quando ele atinge cerca de 11 pessoas, segundo Alessandro Lima, diretor de negócios da e.Life, que monitora o boca-a-boca on sobre marcas, produtos e serviços.

Estes profissionais devem, logo, monitorar e mediar o boca-a-boca virtual gerado pela velocidade com que os consumidores podem se manifestar online - negativa ou positivamente - sobre um produto, atingindo um grande número de internautas que concordam com o elogio ou reclamação.”

Há alguns posts atrás, eu falava sobre a importância das redes sociais corporativas para auxiliar na instrução de funcionários e reduzir o fluxo de chamados ao Helo Desk, como um singelo exemplo.  Mas agora você pode perceber que o investimento nessa área vai muito além disso.

Retomando então o assunto sobre redes sociais corporativas, impulsionado pelo artigo da IDG Now, posso acrescentar que essas redes tem muito o que  fazer pela empresa ou por um produto. Principalmente se o funcionário se sentir a vontade para se expor, escrever e debater os mais diversos assuntos.
Além das redes sociais, os blogs, wikis, podcasts, videocasts, fóruns, entre outros recursos podem ser muito úteis para aumentar a eficácia na comunicação entre a empresa, seus funcionários e clientes.

Quem quiser ler o artigo na íntegra, basta visitar:
http://idgnow.uol.com.br/carreira/2008/04/18/conheca-o-novo-profissional-da-internet-o-mediador-de-midias-sociais/

Na verdade, esta frase vem do método “dividir para conquistar”, primeiramente citado pelo General Sun Tzu, em “A Arte da Guerra”, alguns séculos antes de Cristo.

Parafraseando o general Chinês Sun Tzu, a idéia de se criar meios de comunicação interna cada vez mais descentralizados e, que ajudem os funcionários a desempenhar melhor suas funções é uma medida primordial dentro de uma empresa.  Novidade nenhuma até agora, não é mesmo?

Tudo bem, não é nenhuma novidade, então porque na prática isso não funciona?

Geralmente a estrutura organizacional de uma empresa é divida assim:

Geralmente a estrutura organizacional de uma empresa é divida assim:

A Sede ou Matriz, como muitos chamam, seria o “quartel general” da empresa.  É o local de onde vem as ordens, planejamentos estratégicos e organizacionais dos mais diversos (TI, RH, Administração, etc).

Vamos supor que essa nossa empresa tenha cerca de 10 mil funcionários. Uma sede localizada em Brasília, 4 filiais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Além disso, cada uma das filiais fica responsável por mais 3 empresas localizadas em cidades no interior dessas capitais.

O corpo de funcionários ficaria assim:

Sede: 1000 funcionários
Filial São Paulo: 4 mil funcionários
Filial Rio de Janeiro: 4 mil funcionários
Filial Porto Alegre: 500 funcionários
Filial Belo Horizonte: 500 funcionários

Neste nosso exemplo, a Matriz está sediada em Brasília.  E de lá vem a intranet que toda a corporação acessa. O mesmo portal de intranet com as mesmas informações é distribuído para todos os funcionários de empresa.  Ou seja, o mesmo modelo de comunicação com a mesma informação é disponibilizado para pessoas com culturas diferentes, as necessidades de informação são diferentes e muitas vezes específicas e localizadas.