ENTRE OS MAIORES DO PAÍS, FESTIVAL DE POP ROCK DE RIBEIRÃO PRETO ANUNCIA SHOW DE 10 BANDAS EM UM DIA; EVENTO ESPERA RECEBER 30 MIL PESSOAS EM 14 HORAS DE MÚSICA, DIA 4 DE JUNHO

 

Em comemoração a seus 10 anos, evento recebe duas atrações internacionais: o vocalista da banda Men At Work Colin Hay e os neozelandeses do Katchafire além de outras oito atrações nacionais já confirmadas

 

 

O festival João Rock chega a sua 10ª edição este ano já consolidado como um dos maiores do gênero no país trazendo o melhor do pop, rock, reggae e até com um espaço exclusivo para a música eletrônica. O local de realização é o Parque Permanente de Exposições de Ribeirão Preto que receberá uma maratona que deve somar mais de 14 horas de músicas, no dia 4 de junho. Mais do que uma ponte ligando o interior ao circuito cultural nacional dos grandes shows, o João Rock é o único festival que acontece fora dos grandes centros, mas conta com uma estrutura e uma produção similares aos dos grandes eventos que acontecem no Brasil e fora do país.

 

Para este ano, no palco principal o João Rock receberá CPM 22, Jota Quest, Skank, Charlie Brown Jr., Natiruts e o vocalista do “Men at Work” Colin Hay.Todos os anos, a fórmula musical do festival inclui os gêneros do reggae, do pop e do rock. “O João Rock se mantêm fiel a sua essência, garantindo assim a diversão e valorizando a música. Por isso, conseguimos chegar ao 10º ano como um dos maiores festivais de pop rock do país”, afirma Marcelo Rocci, organizador do event o.

Já no Palco Universitário os shows serão da banda da Nova Zelândia Katchafire, Lenine, Zé Ramalho e Lobão.

 

“Nesses 10 anos conseguimos nos consolidar como um grande evento que e a cada ano escreve um novo capítulo na história da música brasileira, já que o festival todos os anos realiza encontros que marcam a história da música nacional”, afirma Luit Marques, um dos organizadores, se referindo a encontros que aconteceram como Caetano Veloso cantando com os Mutantes, Mallu Magalhães e Jorge Ben Jor, Marcelo Falcão e D2, Capital Inicial e Paralamas do Sucesso, entre tantosoutros.

 

Música Eletrônica

Durante muitos anos o foco principal do Festival João Rock foi o pop e o rock, porém desde 2008, o evento foi ampliado e inaugurou um novo espaço para receber a música eletrônica. A fórmula deu certo e é um sucesso. Para este ano as atrações já confirmadas são: os DJs Ace Ventura, Du Serena, projeto Vibe Tribe do produtor russo Stas Marnyanski e o projeto Kings Of Swingers com os DJs Renato Ratier e Mau Mau.

 

Arena de esportes radicais

A Arena de Esportes Radicais é outra atração que o João Rock traz para os apaixonados pela adrenalina e por aventuras que sempre encontram neste espaço grandes surpresas como skate, simulador de asa delta, bike, motocross, surf mecânico, entre outros.

 

Ingressos

A venda dos ingressos antecipados com valor promocional já teve início através do site oficial do evento: www.joaorock.com.br .

 

História

O Festival que começou sua “jornada” em 2002 e recebeu esse nome como forma de homenagear a todos os “Joãos” que fizeram história no rock e no pop mundialcomo: John Lennon (The Beatles), João Barone (Paralamas do Sucesso), John Bonham (Led Zeppelin), John Densmore (The Doors) e tantos outros joãos anônimos que fazem música pelo mundo todo. O João Rock integra o calendário de eventos do Estado de São Paulo e coloca Ribeirão Preto na rota dos grandes shows nacionais, antes restritos ao circuito Rio-SP. A sua grade de shows reúne artistas de todas as gerações, unindo pais e filhos em torno da cultura e do entretenimento.

 

Por seu palco já passaram nomes como Os Mutantes, Charlie Brown Jr., O Rappa, Rita Lee, CPM22, Cachorro Grande, Detonautas, Ira!, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Cidade Negra, Jota Quest, Engenheiros do Hawaii, Pitty, Nando Reis, Marcelo D2, Marcelo Nova, Ventania, Strike, Forfun, Seu Jorge, Jorge Ben Jor, Mallu Magalhães, Skank e muitos outros.


De: Presidente da Empresa

Para: Diretor

Na próxima segunda-feira, aproximadamente às 20:00 horas, o cometa Halley passará por aqui.Trata-se de um evento que ocorre somente a cada 76 anos. Assim, peço que os funcionários sejam reunidos no pátio da fábrica, todos usando capacetes de segurança, para que eu possa explicar o fenômeno a eles.

Se estiver chovendo, não poderemos ver o raro espetáculo a olho nú, e todos deverão se dirigir ao refeitório onde será exibido um filme documentário sobre o cometa Halley.

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De: Diretor da Empresa

Para: Gerente Industrial

Por ordem do Presidente, na sexta-feira às 20:00 horas, o cometa Halley vai aparecer sobre a fábrica. Se chover, os funcionários deverão ser reunidos, todos com capacete de segurança, e encaminhados ao refeitório, onde o raro fenômeno aparecerá, o que acontece a cada 76 anos a olho nú.

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De: Gerente Industrial da Empresa

Para: Supervisor

A convite do nosso querido Diretor, o cientista Halley de 76 anos, vai aparecer nú no refeitório da fabrica, usando capacete, pois vai ser apresentado um filme sobre o problema da chuva na segurança. O diretor levará a demonstração para o pátio da fábrica.

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De: Supervisor

Para: Encarregados de Turnos

Na sexta-feira às 20:00 horas, o Diretor, pela primeira vez em 76 anos, vai aparecer nú no refeitório da fábrica, para filmar o Halley, o cientista famoso e sua equipe. Todo mundo deverá estar de capacete, pois vai ser apresentado um show sobre a segurança na chuva. O Diretor levará a banda para o pátio da fábrica.

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De: Encarregados de Turnos

Para: Colaboradores

Todo mundo nú, sem exceção, deve estar no pátio da fábrica, na próxima sexta-feira, às 20:00 horas, pois o manda-chuva (Presidente) e o Sr.Haley, guitarrista famoso, estarão para mostrar o raro filme ‘Dançando na Chuva’. Todo mundo no refeitório de capacete, o show será lá, o que ocorre a cada 76 anos.

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Rádio Peão:

Na sexta-feira, o chefe da diretoria vai fazer 76 anos e liberou geral para a festa às 20:00h no refeitório. Vão estar lá, pagos pelo manda-chuva, ‘Bill Halley e seus Cometas’. Todo mundo nú e de capacete, pois a banda é muito louca e o rock vai rolar solto, mesmo com chuva.

A primeira oferta é com o Restaurante Mexicalli em Penedo.

Até meia-noite de domingo será possível comprar no Peixe Urbano 1 Burrito

ou 3 Tacos + 1 Cerveja com 58% de desconto, de até R$36 por R$15 

 

 

Volta Redonda, Resende e Barra Mansa, 04 de Maio de 2011 - O Peixe Urbano (www.peixeurbano.com), site pioneiro e referência em compras coletivas no Brasil, anuncia sua chegada hoje em Volta Redonda, Resende e Barra Mansa, trazendo descontos de 50% a 90% nos melhores produtos, serviços e atividades da região Sul Fluminense, incluindo restaurantes, spas, teatros, bares, cursos, hotéis, entre outros.

 

Lançado no Rio de Janeiro em março de 2010, o Peixe Urbano já está presente em mais de 60 cidades brasileiras, além de Buenos Aires, e ingressa hoje na Região Sul Fluminense do Rio já com parcerias de peso.

 

A primeira oferta é com o restaurante Mexicalli, localizado no centro de Penedo. Até meia-noite de domingo será possível comprar no Peixe Urbano um burrito ou 3 tacos de qualquer sabor + uma cerveja long neck importada, de até R$36 por R$15 - um desconto de 58%. 

 

Essa é a primeira de várias ofertas que o Peixe Urbano trará para os moradores da região. Outras, que já estão programadas para entrar no ar em breve, incluem promoções com o salão de beleza Valéria de Almeida, em Barra Mansa, com a Torteria Adriana, no Piraí, com o restaurante Aldeia da Pizza, em Volta Redonda, e com o Bob`s de Resende.  

 

“O princípio do Peixe Urbano é muito simples. Basicamente segue a lei da oferta e da procura, ou seja, trazemos aos nossos assinantes descontos imbatíveis como incentivo para que descubram e experimentem os melhores serviços e atividades de suas cidades. Se conseguirmos atrair um número mínimo de interessados, as promoções começam a valer e os estabelecimentos divulgados ganham a oportunidade de conquistar e fidelizar um grande número de novos clientes em poucas horas e sem ter tido qualquer desembolso”, explica Julio Vasconcellos, Sócio-Fundador e CEO do site.  

 

Todas as ofertas do Peixe Urbano ficam disponíveis para compra por um curto período, de 24 a 72 horas, e contam com descontos de 50% a 90%. Após o término de cada promoção, se o número mínimo de interessados tiver sido alcançado, todas as compras são concluídas e os compradores recebem um cupom por e-mail, geralmente com validade de seis meses, que dá direito ao produto ou serviço comprado.

 

“Já selecionamos diversas ofertas incríveis para o Cardume da Região Sul Fluminense e estamos certos de que teremos uma receptividade muito positiva, como tivemos em outras regiões do Rio de Janeiro e do Brasil”, acrescenta Emerson Andrade, também sócio do negócio pioneiro na Internet brasileira e responsável pela área operacional e de prospecção dos parceiros promovidos no site.

 

“Não é preciso se cadastrar no site para visualizar as ofertas, mas nossos assinantes têm a vantagem de receber um alerta por e-mail assim que entra no ar uma nova promoção. Para que possamos atingir rapidamente a quantidade mínima de compradores para cada oferta, incentivamos os nossos usuários a compartilhar as promoções com seus amigos através de redes sociais, e-mails e boca-a-boca. É este poder de mobilização da Internet e do coletivo que viabiliza os descontos incríveis que trazemos diariamente para os nossos usuários espalhados por todo o Brasil”, pontua Alex Tabor, o terceiro sócio da empresa e responsável pela área de tecnologia. 

 

Do outro lado da equação, a receptividade do modelo também tem sido excepcional por parte dos estabelecimentos locais que encontraram nele uma ferramenta poderosa de marketing. “Estamos muito satisfeitos com a promoção que fizemos no Peixe Urbano. Nosso movimento aumentou muito e os clientes que compraram a nossa oferta acabaram consumindo mais de 100% do valor do cupom. Foi uma ótima forma de divulgar o restaurante e atrair novos clientes”, diz Daniel Machado, sócio do Bar Devassa no Rio de Janeiro.

 

Outros exemplos de promoções de sucesso incluem ofertas com a rede de academias para mulheres, Curves, que atraiu cerca de 20 mil novos clientes para mais de 100 unidades espalhadas pelo Brasil; com a Pousada de Costa do Sauípe, que proporcionou uma economia de mais de R$1.5 milhões para cerca de 1.200 compradores; e com o Foto Registro, que ultrapassou a marca de 150 mil cupons vendidos com uma única promoção.

 


 

Sobre o Peixe Urbano 

 

O projeto do Peixe Urbano surgiu no Brasil no início de 2010 da sociedade de três amigos com ampla experiência no mercado internacional de e-commerce, mídias sociais e marketing - Julio Vasconcellos, Emerson Andrade e Alex Tabor. A ideia foi desenvolver um modelo de negócios que alavancasse o poder de mobilização da Internet para trazer benefícios reais à sociedade: um modelo ganha-ganha que coloca em contato os melhores prestadores de serviços de cada cidade e um número grande de consumidores interessados em conhecer novos estabelecimentos perto de suas casas. Em dezembro do mesmo ano, o Peixe Urbano anunciou a entrada do empresário e apresentador de TV, Luciano Huck, como novo sócio. 

 

O site é o primeiro de seu gênero na América Latina e já está presente em: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Campinas, Niterói, Goiânia, Florianópolis, Salvador, ABC Paulista (4 municípios), Ribeirão Preto, Fortaleza, Vale do Sinos (12 municípios), Joinville, São José dos Campos, Caxias do Sul, Santos, Natal, Vitória, Sorocaba, Londrina, Belém, Campo Grande, São José do Rio Preto, João Pessoa, Cuiabá, Manaus, Maringá, Maceió, Juiz de Fora, Uberlândia, Blumenau, Jundiaí, São Luís, Pelotas, Feira de Santana, Campina Grande, Cascavel, Teresina, Piracicaba, Aracaju, Balneário Camboriú, Americana/Santa Bárbara d`Oeste, Criciúma, Betim/Contagem, Buenos Aires, Guarulhos, Bauru, Taubaté, Mossoró, Marília, Mogi das Cruzes, Uberaba, São Carlos/Araraquara, Petrópolis/Friburgo/Teresópolis, Foz do Iguaçu e, a partir de hoje, em Volta Redonda, Resende e Barra Mansa. Em breve será lançado em outras cidades.

Há algumas semanas atrás me senti velho e totalmente fora do tempo e espaço quando ouvi o que uma menina de pouco mais de oito anos disse ao pai.  Estava eu na Livraria Travessa em Ipanema, quando uma menina puxa o pai e solta a seguinte pérola: - Vamos pai! Quero sair daqui. Comprar cd é coisa de velho. Imagina se meus amigos me vêem aqui comprando cd? Tem que baixar da internet! Que mico!

Olha só que desaforada essa pequena criatura! Fiquei rindo muito na hora. Foi engraçado, mas ao mesmo tempo aterrorizante! Sou um saudosista nato. Adoro ouvir cd, ouvir disco de vinil e ler livros e HQs. Que essa menina não leia esse post, senão ela me colocaria à venda em uma loja de antiguidades. Mas fiquei pensando no assunto por alguns dias. Imaginem se essa nova geração admitir que tudo quanto é forma cultural e bens de consumo devam ser baixados livremente da internet. Acredito piamente que essa criaturinha seja uma seguidora fiel dos princípios de Adorno e Horkheimer em suas dialéticas sobre a Indústria Cultural.

Sempre achei utópico todo esse papo furado dessa dupla. Inclusive nas aulas de Teoria da Comunicação eu me achava o exemplo máximo “do contra”. Eu era totalmente contra a balela defendida pelos pensadores Adorno e Horkheimer. Compro cd, comprei muito disco na minha vida, compro e leio pelo menos três livros por mês, assino três revistas (BRAVO, Superinteressante e Você S/A), assino jornal (Jornal do Brasil), compro DVDs, vou a shows.  É bem verdade que eu também baixo CDs e filmes pela internet, mas só aqueles que não vou ter como comprar, ou por serem importados ou não achar em loja a preços cômodos. Um exemplo é o novo cd do Frejat, me recuso a pagar R$ 39,90 dinheiros em um cd. Enquanto uma obra prima como o Labiata do Lenine me saiu por R$ 25,00, o que ainda é um preço alto, mas é acessível.

Enquanto esses pensadores acreditavam que cultura só poderia e deveria ser consumida “in loco” e não distribuída em pedaços de plástico e vendido, transformando assim a cultura em bens de consumo, talvez agora esses pensadores devam estar se contorcendo em seus respectivos caixões, já que tudo virou uma zona.

O que antes era consumido como cultura, agora é distribuído livremente sem nenhum controle. Esses pensadores acreditavam que só poderia ser considerado como obra cultural se você a presenciasse in loco, ou seja, fosse a um concerto ou ao teatro por exemplo. A partir do momento em que a musica foi gravada e vendida, passou a se tornar um produto, e não mais uma opção cultural.
Só que atualmente, podemos até dizer que os CDs são distribuídos livremente através da rede. Ou seja, reforçamos a destruição do paradigma do bem de consumo. Já que essa distribuição “livre” está acabando com as gravadoras.  Em contra partida, os shows dos artistas ficaram extremamente caros. Atualmente se encontra ingresso a R$ 400, 00. Os produtores culpam a meia entrada e por isso aumentam tanto o valor do ingresso. Mas convenhamos que uma meia entrada de R$ 200 paus ainda é pra lá de salgado.

Será que nos tornamos então uma sociedade totalmente sem cultura? Já que está cada vez mais difícil assistir a um show, procure pela tabela de preços do TIM Festival desse ano! E olha que o evento estava caidasso. Por outro lado as novas gerações nos ridicularizam por comprarmos CDs em lojas e na internet. E isso já demonstra que quando tiverem poder aquisitivo suficiente, se quer pensarão na possibilidade de gastar alguns trocados em CDs.

                                    Será o Fim?

 Marcelo Camelo – Sou

Nunca fui fã dos Los Hermanos, que se diga bem a verdade eu odiava com todas minhas forças aquela banda formada por playboys pseudo politicamente engajados, estudantes da PUC e metidos a saudosistas moderninhos. A sonoridade da banda então eu achava execrável e uma tentativa enfadonha de misturar: chorinho, samba de raiz, alguma coisa de jazz com leve aroma de rock n roll.
E claro que como em toda banda, a figura do vocalista é responsável por 90% da aceitação do grupo, bem como sua identidade. E eu tinha NOJO do Marcelo Camelo. Uma mistura new hippie com militante do MST e um estilo que foi assumido pelos outros integrantes ou vice-versa, não me importo.

A cada lançamento dos Los Hermanos eu tentava pegar para ouvir e era sempre a mesma ladainha e eu gostava de uma ou duas musicas. Quando a banda terminou fiquei indiferente ao assunto. Não me fez falta alguma.

Pois bem, em 2008 o frontman da banda lança seu álbum solo intitulado SOU (ou Nós) se inverter a capa do cd, isso graças ao poema visual criado pelo Rodrigo Linares, amigo de Camelo. E não é que o disco é muito bom? Com uma atmosfera que remete a marchinhas de carnaval, misturando a isso, algumas pitadas de bossa nova e chorinho. Na verdade o cara meio que fez a mesma coisa que ele fazia nas musiquetas mais lentinhas do Los Hermanos, talvez seja só o jeitinho “sonso” dele cantar. E é esse diferencial que me fez gostar do cd. A aproximação com a MPB e a Bossa Nova me alegrou, já que aliado ao jazz são estilos que ando consumindo aos montes de alguns anos para cá.

Como esse disco chegou as minhas mãos? Bem, comprei no submarino junto com o último cd do Lenine “Labiata”, só que o cd do Marcelo foi um presente para minha namorada, que a coitadinha levou umas duas ou três semanas para receber. Depois de convertido para mp3 e ganhou um lugar no meu celular, foi então que dei o cd de presente.

Entre minhas faixas favoritas estão: Tudo Passa, com uma levada menos densa e não tão intimista. Isso já se modifica na faixa seguinte “Passeando”, a musica tem apenas um verso, uma levada de violão linda e parece que Marcelo canta no ouvido e baixinho. E é justamente essa a sensação quando se ouve todo o disco: - Ter Marcelo Camelo cantando ao ouvido e a cada melodia doce e suave da musica consegue remeter o ouvinte a uma atmosfera que a música popular brasileira já perdeu há algum tempo. Confira em “Solidão”, onde assovios, voz, violão e mais alguns instrumentos esbanjam sonoridade calma e reflexiva. A pianista convidada Clara Sverner participa do cd com a linda instrumental “Saudade”.

Esse trabalho de Camelo é um disco que não será compreendido e assimilado na primeira audição. Sou sincero em afirmar que gostei do cd logo de cara, mas admito que seja um trabalho mais denso e que deve ser assimilado com o tempo, isso para os mais desavisados.

No final das contas, com esse trabalho solo, a visão que eu tinha do Marcelo Camelo foi totalmente modificada e não tem um dia se quer que não ouço esse cd. E ando cogitando seriamente em passar meu carnaval pelo bairro do Peixoto para conferir se os velhinhos são bons de papo mesmo e se as gordinhas são esse alvoroço todo mesmo! (risos) :P.