Zé Ramalho – A Peleja do Diabo com o Dono do Céu

Esse disco é um clássico!!! Maravilhoso!!! Cansei de ouvir escondido dos meus amigos From Hell, porque fã de Iron Maiden, Megadeth, Sárcofago e Judas Priest não pode ouvir Zé Ramalho né?!! KKKK

Bobeira de adolescente….Quando alguém ia na minha casa eu sempre escondia esse disco pra não me zoarem!!! E hoje penso que eu deveria zoar quem ainda não escutou essa obra de arte.

Com violões maravilhosos, Zé Ramalho transforma em poesia a vida dura do sertanejo nordestino, passando pelas mazelas que o povo sofre em Admirável Gado Novo… Isso sem contar Jardim das Acácias e a guitarra de Pepeu Gomes, Mote das Amplidões… Todas as músicas são fodas!!!!
As letras são lindas, pesadas, densas e as vezes biográficas. Como em Garoto de Aluguel, que Zé conta a sua própria história como garoto de programa aqui no Rio de Janeiro.

Particularmente, considero A Peleja do Diabo com o Dono do Céu como um dos discos mais emblemáticos e significativos da nossa música.

 

Miopia em Marketing – Theodore Levitt

Introdução

É incrível como um texto escrito na década de 60 continua tão atual quase sessenta anos depois. No artigo Miopia em Marketing, o autor Theodore Levitt tem como ideia central do seu trabalho mostrar ao leitor os perigos que grandes empresas correm ao focar suas energias e a cultura organizacional de suas empresas somente ao produto que fabricam. Com isso deixam de lado variáveis importantes como o mercado à sua volta e as necessidades de seus clientes.

Permeando por diversas cadeiras do conhecimento como administração, marketing, economia e vendas, Theodore Levitt deixa claro o quanto é importante para as empresas abstraírem de seu objeto principal ou produto principal e buscar enxergar o mundo à sua volta. Versando sempre com as necessidades dos seus clientes e toda a cadeia de produções, novas tecnologias, abastecimento e concorrência direta ou indireta.

No artigo o autor desenvolve os seus argumentos com base em mercados que são sólidos como o petróleo ou já foram sólidos comercialmente como o transporte ferroviário. Porém, mesmo quase 60 anos depois, ainda temos exemplos contundentes de empresas que perderam suas posições no mercado por não atentarem às necessidades de seus clientes e focaram apenas em suas linhas de produção.

O autor também mostra o quanto o marketing pode ir além da promoção de vendas, pode trabalhar de uma forma mais abrangente, que com pesquisas de mercado avançadas e técnicas elaboradas de campo, as empresas podem conhecer melhor os seus clientes do ponto de vista das necessidades deles que poderão ser atendidas por suas empresas, e não apenas encontrar melhores formas de vender mais produtos.

 

A ilusão do petróleo

Um exemplo usado como carro chefe do artigo de Levitt é a indústria petrolífera e a sua menina dos olhos: a gasolina. Como uma das maiores e mais lucrativas commodities do mundo, os empresários do ramo petrolífero pouco investem em fontes renováveis de energia e também não buscam nas necessidades de seus clientes, um gatilho para impulsionar o desenvolvimento do setor, fora da cadeia habitual de produção da gasolina e derivados.

 

O ciclo auto-ilusório

Levitt afirma que o principal fator para a queda de muitas indústrias dentro de um determinado setor é um comportamento que ele intitula como ciclo auto-ilusório. Esse ciclo é marcado por quatro estágios:

Estágio 1: Expansão populacional

O autor afirma que as empresas acreditam que quanto maior for a expansão das populações de centros urbanos, maior será a busca por seu produto.

Estágio 2: Produto insubstituível

As empresas que detém o monopólio de um determinado produto acreditam que nada pode substituir sua tecnologia ou suprir as necessidades de seus clientes. Com uma visão limitada e pouco expansionista, algumas empresas perdem mercado justamente por não preverem as carências de seus clientes em relação ao consumo de seus produtos ou melhorias. Apenas enxergam seus clientes como zumbis e dependentes dos produtos que fabricam.

Estágio 3: Produção em massa

Se somarmos os dois primeiros estágios fica claro que o setor industrial quer apenas produzir cada vez mais seus itens de consumo e despejar toneladas deles no mercado. Tendo apenas como estratégia o mix de marketing: produto, preço, praça e promoção.

 

 

Estágio 4: Redução de custos de produção

Ainda permeando sob o olhar cartesiano dos setores de commodities, principalmente, o autor observa que as empresa, quando pensam em investimento em tecnologia e processos, visam apenas a melhoria e diminuição dos custos de produção. O setor industrial acredita que com a redução do custo unitário de seu produto devido a produção em massa e aperfeiçoamento tecnológico, venderá mais e o lucro será inevitável. Deixando assim, mais uma vez, de lado variáveis importantes como:

  1. Necessidades do cliente;
  2. Até que ponto esse produto atende ao cliente;
  3. Melhorias com foco no cliente.

Miopia em Marketing na atualidade

Mesmo com todo o potencial visionário do artigo de Theodore Levitt, ainda assim é possível perceber cases de empresas que saíram do mercado por não focarem nas necessidades de seus clientes e apontar suas engrenagens apenas para as suas cadeias de produção.

Entre diversos casos como as empresas de máquinas de escrever que perderam espaço para os computadores, todas tiveram oportunidade para pensar no cliente final e nas suas necessidades ou tentarem se reinventar no meio do caos da evolução tecnológica exponencial dos últimos 30 anos.

Os casos da KODAK e Mesbla são bem elucidativos para ilustrar esse capítulo e provar que o artigo de Levitt se mantém atual.

  1. Caso KODAK

Durante um século a Kodak era A fotografia. A tecnologia. A inovação. A empresa tinha tudo o que precisava para ter sucesso: nome, tecnologia e recursos. No auge do sucesso, a Kodak detinha 90% do mercado de filmes dos EUA, se tornando uma das marcas mais valiosas do mundo. Porém, em uma década a marca global foi dizimada.

A principal estratégia da Kodak era vender filmes de alta qualidade. A empresa desenvolvia câmeras de baixo custo estrategicamente, pois o grande objetivo era facilitar a venda dos filmes. A Kodak achava que a nova tecnologia digital iria canibalizar seu negócio de filmes – e de fato iria. A Sony e a Canon enxergaram essa brecha e seguiram em frente com as câmeras digitais. Em 1981, a Sony lançou uma câmera digital que dispensava o uso de filmes.

Inúmeras empresas de sucesso podem se tornar míopes e acabam produzindo “orientadas” em vez de focar nas necessidades dos consumidores. A falha da Kodak tem suas raízes no seu sucesso, que acabou tornando-a resistente a mudança. A cultura corporativa acreditava que a força da Kodak estava em sua marca e em seu marketing, subestimando assim, a ameaça da era digital. A Kodak não falhou por ter perdido a era digital. Na verdade, a Kodak foi a pioneira na invenção da primeira câmera digital em 1975. Entretanto, a invés de propagar e investir na nova tecnologia, a empresa preferiu se conter por medo de atrapalhar seu grande negócio lucrativo: a venda de filmes.

Muitas organizações sofrem com o medo de canibalização das vendas de seus produtos ao se depararem com uma nova tecnologia disruptiva. Infelizmente, a empresa teve a visão míope de que seu negócio era na indústria de filmes ao invés da era digital, ela acreditava que poderia proteger a sua quota maciça de mercado com o seu marketing. Acontece que ao se tratar de tecnologias disruptivas, como as câmeras digitais, a vantagem é sempre do pioneiro, distanciando ainda mais os concorrentes. O desenvolvimento de novos produtos é quase sempre a chave para o sucesso. Quando a Kodak percebeu a sua falha, já era tarde demais.

 

  1. Caso Mesbla

A empresa Mesbla S.A foi uma rede nacional que teve destaque ramo de departamentos, foi fundada em 1912 sendo uma filial brasileira da grande rede Etablissements Mestre e Blatgé, uma empresa francesa. Em seus primeiros anos, atuava no mercado varejista de peças e acessórios para automóveis, além de em pouco tempo passar a comercializar ferramentas. Ao longo de 40 anos de atividade a empresa adquiriu espaço no mercado de seu ramo e teve condições de expandir sua atuação a nível nacional, até que em 1952, a empresa tomou a decisão de expandir seu mercado de atuação, portanto abriu sua primeira loja de departamentos, que foi inaugurada no centro de sua cidade natal, Rio de Janeiro.

A decisão foi extremamente assertiva, já que o mercado brasileiro era carente de grandes centros de comércio. Devido a grande quantidade de produtos variados vendidos nestas lojas, a rede Mesbla dominava o público brasileiro, já que tinha capacidade de atender uma ampla gama de necessidades. Com o tempo a empresa conseguiu ser referência no comércio varejista não alimentar. Com 140 pontos de vendas espalhados em todo território nacional, em 1980 a matéria “Maiores e Melhores” feita pela revista Exame classificou a empresa como, a número um do país.

Estas lojas comercializavam desde sapatos, perfumes e joias, a grandes eletrodomésticos ou até mesmo automóveis. O grupo Mesbla era formado pelas empresas Mesbla Holding S.A, Mesbla Móveis S.A, Mesbla Automóveis S.A, Presta Administradora de Cartões de Crédito S.A, Brazfabril S.A indústria e Comércio, Mesbla Financiadora S.A, Mesbla Comércio Internacional e a Mesbla Seguradora S.A, por fim, também detinha mais de 30% do capital da empresa Makro Atacadista S.A. Com tantas empresas ligadas ao grupo atuando dentro das mesmas lojas que ocupavam áreas a partir de mil metros quadrados e que ao todo tinham capacidade de empregar mais de 28 mil funcionários, eram necessários mais de 40 diretores para gerir o negócio, claramente este fato gerava uma grande divergência de opiniões a respeito da administração do grupo, fazendo com que a tomada de decisões fosse lenta.

Então a partir da década de 90 a empresa iniciou uma queda rápida de participação de mercado pelo fato de não ter previsto uma mudança no cenário brasileiro. Com a expansão dos grandes centros urbanos os bairros residências passaram a ser mais distantes dos centros de suas cidades, fazendo com que o público da rede ficasse distante, o que abriu espaço para que outras empresas inaugurassem suas lojas em locais mais próximos de seu mercado alvo. Empresas grandes como C&A, Walmart e Extra, passaram a atrair a atenção dos compradores dos produtos Mesbla, curiosos com as novas possibilidades estrangeiras no país. Outra parte do público passou a frequentar empresas como, Ponto Frio e Casas Bahia, por serem empresas que tem capacidade de atender necessidades específicas, no mercado de eletrodomésticos. Portanto o fato de a empresa não ter percebido, ou não ter aceitado que a tendência do varejo nacional seria de focar em mercados de produtos específicos, não tendo uma oferta tão ampla como era a praticada pela Mesbla, a tomada de decisões lentas fez com que a empresa mantivesse sua forma de atuação, porém sem realizar vendas suficientes, rapidamente a rede entrou em dívidas impagáveis para seus fornecedores. Por fim, ao tentar alavancar vendas através da concessão de créditos, uma atitude que era incompatível com a situação da empresa, já que a Mesbla estava sem caixa, acelerou o aumento da dívida da empresa, colaborando para que em 1995 a concordata fosse anunciada.

Este foi um claro caso onde a miopia em marketing da empresa foi fulminante, trabalhando com um estoque gigantesco e diversificado, o grupo sem realizar vendas em pouco tempo ficaria sem caixa e assim sem condições de pagar suas duplicatas, para complicar ainda mais, o contexto do caso era de uma inflação crescente e taxas de juros em níveis extremante altos. O mercado deu sinais da mudança de tendência no varejo nacional, à chegada de grandes empresas focadas em comercializar produtos de melhor qualidade e que atendessem necessidades específicas, além do distanciamento do público alvo da rede, devido ao crescimento demográfico do Brasil, avisou que o grupo Mesbla estava prestes a perder suas maiores diretrizes, a referência de varejo e a praticidade. Sem realizar mudanças, rapidamente a empresa perdeu vendas, ao ponto de não conseguir mais se pagar e assim, consequentemente, teve que sair do mercado.

Conclusão

A literatura de marketing e administração de empresa parece cada vez mais recheadas de cases que ilustram muito bem a miopia de marketing apontada por Theodore Levitt. Ainda assim o mercado parece não se movimentar além das suas estratégias de vendas. O cliente ainda está relegado a um plano de consumidor-zumbi, ou seja, a única necessidade que precisa ser atendida é a do consumo primário do que é produzido.

Enquanto essa cultura não for mudada nas organizações, a tendência é que o mercado deixe de ter empresas centenárias e donas de monopólios, e passe a perder seus clientes para startups e novos modelos de negócios, como a economia colaborativa. Onde a necessidade das pessoas por transporte, hospedagem e cultura toma o lugar de grandes monopólios. Como o caso da UBER que trava uma briga gigante com os taxistas em todo o mundo. O AirBnB e a Booking entram na briga oferecendo hospedagem e experiencias de vivencia, que os hotéis ainda não conseguiram despertar em seus clientes.

Referências

  • Resenha do texto “Miopia em Marketing”, de Theodore Levitt

http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/resenha-do-texto-miopia-em-marketing-de-theodore-levitt/44098/

Acessado em: 06/07/2017

  • Casos de Miopia em Marketing na Atualidade

https://pt.wikipedia.org/wiki/Miopia_em_marketing

Acessado em: 06/07/2017

Correios lançarão operadora de celular em fevereiro

Correios lançarão operadora de celular em fevereiro

Vocês conhecem o drama do Pato? O bicho nada, voa e anda, porém não faz nenhum dos três direito. O pato anda todo torto, nada mal e tem problemas sérios para aterrissar. Assim são os Correios, que mal conseguem entregar um SEDEX 10. Mas agora oferecerão serviços de telefonia, tudo para fazer caixa e diminuir o rombo financeiro da empresa, que monopoliza totalmente o serviço de entregas de correspondência no Brasil com preços altíssimos. O bom será você ligar para alguém e a chamada começar em até 3 dias.

Segue abaixo o link do jornal Estado de São Paulo sobre mais esse serviço que os Correios brasileiro abraçará.

http://link.estadao.com.br/noticias/empresas,operadora-virtual-dos-correios-comeca-a-operar-em-fevereiro,70001631746

 

O Google te obrigou a se tornar MOBILE

O Google te obrigou a se tornar MOBILE

É isso mesmo o que você leu. Na verdade, o Google ama os sites mobile, mas ele obrigou você a ser mobile. E eu aprendi isso da pior forma possível, sentindo na própria carne. Explicarei…

Em meados de 2016 percebi que os números de trabalhos freelances vindos do site do meu portfolio www.filipeouza.com.br haviam diminuído drasticamente. Como era fim de março eu achei que ainda fosse alguma ressaca do carnaval ou a crise econômica se acentuando ainda mais.

Alguns dias depois li um artigo informando que o Google havia limado da sua busca todos os sites que não fossem responsivos, ou seja, que não estivessem desenvolvidos para mobile. Na mesma hora peguei meu celular e digitei algumas palavras chaves que acham meu site com uma certa facilidade, e o meu portfolio, que antes aparecia logo no começo foi parar na quarta página de resultados do Google.

No mesmo dia comecei a estudar um framework específico para sites responsivos e em dois dias fiz toda a reformulação do meu site. O mais surpreendente disso tudo é que o meu site retornou para a primeira página do Google e com um selo de “Mobile-Friendly”, isso já diz que o meu site está amigável com versões mobile.

Caso você queira testar se a sua página é compatível com dispositivos móveis, o próprio Google fornece uma ferramenta que faz os testes e caso a sua página não seja, a ferramenta indicar as melhorias e adaptações necessárias. Acesse: https://search.google.com/search-console/mobile-friendly

 

O Google te obrigou a se tornar MOBILE
O Google te obrigou a se tornar MOBILE

 

E se precisar de um profissional para realizar as melhorias em seu site, pode entrar no meu portfolio e conferir os valores para conversão e criação. Para isso acesso: www.filipesouza.com.br.

O seu site precisa ser mobile

O seu site precisa ser mobile

Não adianta apenas procurar no Google o profissional que faça o site mais barato ou o mais bonito para você. E do que adianta o profissional repetir inúmeras vezes que usa WordPress para o seu site e que você pode administrar ele, se o seu produto não é visualizado em dispositivos móveis? Além de usar a arquitetura de informação engessada do WordPress?

Em uma matéria recente apresentada pelo programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios da rede Globo, alguns dados chamaram a minha atenção:

 

80% dos brasileiros usam o celular para acessar a internet

30% usam apenas a versão mobile do seu site.

Então se você vende um produto ou serviço, ou se apenas deseja exibir um catálogo dos seus produtos, lembre-se que a tendência é que o seu site seja mobile. A tendência não. A realidade é que o seu site já era para ser mobile.

 

Mas o que é um site mobile?

Um site mobile é quando o conteúdo da página, ou seja, os seus textos, imagens, formulários e etc, se adaptam ao dispositivo móvel onde foi exibido. E esse dispositivo pode ser um celular, tablet ou até mesmo um relógio. Isso facilita a navegação e a exibição das informações para o seu cliente. E é justamente nisso que ocorre o “pulo do gato”, ou seja, o que diferencia você da sua concorrência. O seu cliente não precisará diminuir o zoom da página e muito menos rolar a tela para que a informação fique disponível.

E dependendo do foco do seu trabalho é algo rápido passar para mobile. Além da conversão do site é importante que o profissional estude o tempo de carregamento e a qualidade das imagens do seu site.

Atualmente já oferece esse serviço para os meus clientes mais novos e já estou reformulando sites que necessitem passar por esse processo. No meu portfolio www.filipesouza.com.br, no link preços, você encontrará os valores para reformulação e criação de sites mobile.

 

 

Não deixe de conferir essa matéria do Pequenas Empresas & Grandes Negócios para que você possa dimensionar o tamanho do mundo mobile e como a sua empresa está inserida nele.

http://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2017/01/empresarios-devem-investir-em-mobile-para-atrair-consumidores.html

No dia 23 de setembro foi aniversário dessa belezinha! Sim, essa maravilha já tem 25 anos de idade e ainda é tão controverso hoje, quanto na época do seu lançamento.

Titãs – Tudo ao mesmo tempo agora

No dia 23 de setembro foi aniversário dessa belezinha! Sim, essa maravilha já tem 25 anos de idade e ainda é tão controverso hoje, quanto na época do seu lançamento.
No dia 23 de setembro foi aniversário dessa belezinha! Sim, essa maravilha já tem 25 anos de idade e ainda é tão controverso hoje, quanto na época do seu lançamento.

No dia 23 de setembro foi aniversário dessa belezinha! Sim, essa maravilha já tem 25 anos de idade e ainda é tão controverso hoje, quanto na época do seu lançamento.

Eu já havia escrito sobre esse disco em vários posts em Blogs e aqui no Facebook. Muita gente dá mais crédito ao Titanomarquia como uma veia mais pesada dos Titãs. Pessoalmente considero “Tudo ao mesmo tempo agora” (1991) um filho muito mais malvadão e mal compreendido. Foi um disco posto de lado pela crítica, mas aclamado pelos fãs.

Com letras escatológicas e recheado de palavrões esse disco pode figurar muito bem nas coleções de muitos fãs de metal e até death metal.. Foi exagero, mas tudo bem! Como não se empolgar com letras desse naipe:

Corpo surja, oh! mente surja imunda
Em cada berço que esse esperma espesso inunda
Em cada fosso que esse gozo grosso suja
Papanicolaou, papanicolaou

(Clitóris)

Cheirar sua calcinha suja na menstruação

Isso para mim é enfeite

A cabeça do pau faz esporra de leite

Pra tomar de manhã

No café da manhã

E também no almoço

E depois no jantar

Amor, eu quero te ver cagar.

(Perfume)

Case Clientes: Reformulação de Apresentação em Powerpoint

Case Clientes: Reformulação de Apresentação em Powerpoint

A empresa de seguros BSBCOR solicitou uma reformulação na apresentação em PowerPoint para deixa-la mais atraente. Criei uma nova apresentação em PowerPoint com gráficos mais modernos e  com uma cara de infográfico para alguns slides. Na maior parte dos casos criei novos textos e reduzi a quantidade de informações textuais.

 

1 – Slide em PowerPoint original para o item Quem Somos –  antes da reformulação:

Clique na imagem para ampliar.

slide2

2 – Slide em  PowerPoint reformulado para o conteúdo Quem Somos:

Clique na imagem para ampliar.

Slide reformulado para o item Quem Somos
Slide reformulado para o item Quem Somos

3 – Slide em PowerPoint original para o item Ramos de Atuação – antes da reformulação:

Clique na imagem para ampliar.

slide6

4 – Slide em  PowerPoint reformulado para o conteúdo Ramos de Atuação:

Clique na imagem para ampliar.

Slide em PowerPoint reformulado para o conteúdo Ramos de Atuação
Slide em PowerPoint reformulado para o conteúdo Ramos de Atuação

 

Para saber mais sobre o meu trabalho, solicitar orçamentos, visite meu portfólio: www.filipesouza.com.br

O futuro do Marketing é tema de palestras na Universidade Veiga de Almeida

O futuro do Marketing é tema de palestras na Universidade Veiga de Almeida

O futuro do Marketing é tema de palestras na Universidade Veiga de Almeida
O futuro do Marketing é tema de palestras na Universidade Veiga de Almeida

Num momento em que as mídias digitais mudam o conceito de Comunicação no mundo, a Universidade Veiga de Almeida (UVA) promove o seminário Marketing MeetUp Rio, na sexta-feira (16/07), em sua unidade da Tijuca, Zona Norte do Rio. O evento contará com a presença de profissionais renomados do mercado e de professores da universidade, que atuam neste segmento. Será aberto ao público, com entrada gratuita.

Durante o dia inteiro, serão abordados temas como Neuromarketing, Live Marketing, Marketing de Performance, Marketing de Experiências e Tendências para o futuro, em palestras distintas, durante todo o dia.

Entre os palestrantes, estão a coordenadora de marketing on-line da OLX, Raphaelly Bragança, o consultor da Supersonic, Edu Costa, o gerente de planejamento da agência AlmapBBDO, Guto Veríssimo, e o diretor da Associação de Marketing Promocional (AMPRO) e especialista em Live Marketing, Tony Coelho.

 

Serviço:

Data: 16/07/2016

Hora: 10h

Local: Auditório do campus Tijuca; Rua Ibituruna, 108

Novo portal na área de TI chega ao mercado com mais de 2.400 vagas de emprego

Novo portal na área de TI chega ao mercado com mais de 2.400 vagas de emprego

Novo portal na área de TI chega ao mercado com mais de 2.400 vagas de emprego
Novo portal na área de TI chega ao mercado com mais de 2.400 vagas de emprego

Julho está chegando e, com ele, novas oportunidades para quem busca um novo emprego.

E se você é um daqueles que acham que os códigos de TI parecem ser de outro mundo, é melhor começar a ver com outros olhos. Programação e Tecnologia são coisas desse mundo, e hoje não só existem mais de 1,3 milhão de pessoas empregadas na área, como há também mais de 50 mil postos de trabalho em aberto para profissionais qualificados, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação.

TI hoje não é apenas um setor promissor: é também um dos setores que não estão sofrendo com a crise. Várias empresas ainda têm enfrentado dificuldades em encontrar profissionais adequados.

Por isso, o portal TalenTI , desenvolvido pela Curriculum, que oferece uma das mais completas plataformas para recolocação profissional do país, chega ao mercado para solucionar esse problema. Agora, em um mesmo lugar, estão milhares de vagas e os melhores profissionais de TI do Brasil. Além disso, o usuário do portal terá acesso a notícias, artigos, dicas e muito conteúdo relevante para quem é da área de TI, tudo reunido em um só lugar.

Se você já é um profissional da área de TI, encontrou o seu lugar! Acesse:

E se você está em busca de um novo emprego na área de TI, não perca tempo! Neste momento, existem mais de 2.400 vagas esperando por você!

E se você ainda é daqueles que acham que os assuntos dessa área mais parecem coisas de outro mundo, acessee veja que não são e que dá para se dedicar, estudar, aprender e se tornar um profissional qualificado em TI e, de quebra, ter uma alta taxa empregabilidade!

 

Sobre a TalenTI

O TalenTI é o portal do segmento de TI da Curriculum, um dos mais representativos sites de emprego e a mais completa plataforma de recrutamento e seleção online do país, que já conta com uma base com centena de milhares de profissionais e com milhares de vagas de emprego no segmento de TI.

O TalenTI oferece conteúdo, notícias e informações específicas para profissionais do segmento de TI, tais como orientações de carreira, cadastro para divulgação de currículos e anúncios de empregos em empresas que contratam no segmento. Para empresas, o portal oferece uma rica e atualizada base com milhares de currículos de profissionais de TI e as mais avançadas ferramentas para localizar os candidatos ideais em minutos e gerenciar seus processos seletivos. Desta forma, o portal se torna um excelente ponto de encontro na Internet entre empresas do segmento e os profissionais que elas buscam para fazer parte de suas equipes.

Para mais informações, visite o site: TalenTI.com.br

 

Fonte: Release Assessoria de Imprensa.

Case: Alisson Christi - Somellier

Case Clientes: Alisson Christi Beer Sommelier

Case: Alisson Christi - Somellier
Case: Alisson Christi – Somellier

O Sommelier de cerveja Alisson Christi já era um produtor de cervejas artesanais e foi se especializando em seu ramo em cursos e eventos, até que chegou o grande dia: o hobby virar negócio. E já começou da forma certa, me consultou com o que tinha em mente e solicitou a criação de uma identidade visual.

 

Case: Alisson Christi - Somellier
Case: Alisson Christi – Somellier

Criei o logotipo, que leva o nome do cliente e a sua especialização. Duas tulipas para cervejas, que são recomendadas para a degustação de cervejas mais encorpadas e com bastante creme e um colarinho alto. Enfim… E nada melhor no mundo da cerveja do que usar um escudo de futebol para englobar todas essas informações. O trigo e a cevada ilustraram ainda mais o ramo de atividade.

E para um evento que o Alisson Christi – Somellier participará, me solicitou a criação de alguns brindes: camisas personalizadas e cartão de visita. Cada camisa ficou R$ 45,00

Case: Alisson Christi - Somellier
Case: Alisson Christi – Somellier

Pensa em começar um negócio? Quer ajuda com consultoria em empreendedorismo, criação da identidade visual da sua empresa? Crio e confecciono brindes personalizados dos mais diversos tipos: mousepads, bottons, chaveiros, relógios, bolacha para chopp, abridores de garrafa, canecas, posters, camisas personalizadas, ecobags, a lista é enorme!

Entre em contato:

Celular e Whats App: (21) 97260-4582 (TIM)

Fomulário de Contatos: http://www.filipesouza.com.br/site/#contatos

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