Após um ano o desempenho dos websites não apresentaram melhorias

Quando crio sites para os meus clientes sempre bato na tecla da qualidade das imagens x peso em bytes. Atualmente é muito simples editar uma imagem que se reduza o peso dela em bytes e assim facilite o carregamento do site.
Em alguns poucos passos no Photoshop o cliente consegue reduzir em até 70% o peso da imagem. O que gera um impacto tremendo para o carregamento do site como um todo.   Principalmente em se tratando de usuários que usam 3G para navegar em celulares e tablets.
Uma pesquisa recente da Radware deixou bem claro os erros que varejitas tradicionais ainda comentem em seus sites.
Mas isso é uma cultura muito difícil de implementar na mentalidade dos clientes.  É claro que o caso das imagens é apenas um item para se trabalhar com os clientes mais “turrões”.
Segue abaixo um artigo muito interessante produzido pela Radware sobre o assunto.  O artigo aborda vários outros itens importantes que precisam entrar em pauta com o cliente.

A Radware® (NASDAQ: RDWR), a maior fornecedora de soluções para gestão de aplicações e segurança para data centers virtuais e em nuvem, anuncia o lançamento de seu último estudo trimestral intitulado “State of the Union: Ecommerce Page Speed & Web Performance, Summer 2014.”

O mais recente estudo da Radware revela que, dos 100 maiores sites de varejo, a página média cresceu 67% em apenas um ano e muitos deixam de aproveitar técnicas avançadas que auxiliam o aumento da velocidade de suas páginas. No relatório, a Radware descobriu que o uso de imagens é um dos aspectos que mais prejudicam o desempenho porque a maioria dos proprietários de websites não tira proveito de técnicas de otimização de imagens, que podem melhorar consideravelmente os tempos de carregamento de uma página.

A Radware também constatou que a queda no desempenho continua conforme as páginas de varejistas online crescem e se tornam cada vez mais complexas. A página inicial de 100 websites de e-commerce leva em média seis segundos ou mais para colocar online seu conteúdo principal aos visitantes – uma desaceleração de 27% em relação ao ano passado. Esse tempo de renderização é duas vezes mais lento que a experiência de usuário considerada ideal, de três segundos ou menos. Apenas 14% dos 100 maiores websites de varejo foram capazes de oferecer uma experiência otimizada ao ususário. E 17% dos websites levaram dez segundos ou mais, apenas para ser tornarem interativos.

“Estamos tão acostumados a esperar por imagens de alta qualidade em toda a web que vemos como natural, sem pensar sobre seu impacto no desempenho”, diz Kent Alstad, vice-presidente de aceleração da Radware. “O tamanho da página tem um impacto direto sobre sua velocidade e as imagens constituem, pelo menos, metade do tamanho de uma página tradicional. Por isso, elas representam um terreno extremamente fértil para a otimização. No entanto, verificou-se que muitos dos principais varejistas não tiram proveito de técnicas como a compressão de imagem e a renderização progressiva de imagens, que podem melhorar o tempo de carregamento e a experiência do usuário”.

Outras conclusões importantes do último relatório da Radware incluem:

1. Sites estão ficando cada vez mais lentos… rapidamente
Em apenas um ano, o tempo médio para interagir (TTI) diminuiu em 27% (de 4,9 segundos para 6,2 segundos), e o tempo médio de carregamento sofreu um aumento de 49% (de 7,2 segundos para 10,7 segundos).

2. O tamanho e complexidade das páginas são fatores importantes para a desaceleração no desempenho
Em um ano, o aumento no tamanho médio de página foi de 67%, a partir de 1007 KB (na metade de 2013) para os 1677 KB atuais. Em 2013, a página média continha 82 solicitações de recursos. Hoje, essa mesma página contém 100 solicitações. Grande parte deste crescimento, no tamanho e complexidade, provém da proliferação de imagens mal otimizadas e scripts de terceiros (por exemplo, análise de páginas, botões de seguimento e sociais).

3. Os proprietários do site perdem oportunidades claras em melhorar a otimização de suas páginas
Embora a maioria dos sites implante práticas significativas de desempenho, muitos não conseguem tirar proveito de técnicas mais avançadas e perdem oportunidades valiosas para acelerar suas páginas. Enquanto 96% dos sites permitem “keepalives” (uma técnica que permite conexões TCP para permanecer aberto por mais tempo, reduzindo assim o tempo gasto para reabrir conexões) e 78% utiliza-se de uma rede de entrega de conteúdo conteúdo para os recursos da página em cache, mais acessível aos usuários finais (diminuindo, assim, as viagens de ida e volta ao servidor e acelerando o tempo de funcionamento), a maioria dos sites não consegue implantar as técnicas de tratamento de imagem, como a compressão e os JPEG progressivos.

4. Muitos sites comentem os mesmos erros, o que acaba prejudicando a experiência do usuário
Um número surpreendente de sites experimenta os mesmos problemas recorrentes de desempenho e usabilidade, incluindo o atraso na renderização de conteúdo e pop-ups, que interrompem a capitulação da página.

O relatório trimestral da Radware, “State of the Union”, mede e monitora o desempenho e a composição da página dos 500 maiores websites de varejo dos Estados Unidos (conforme classificados pela empresa de análise Alexa.com) com o intuito de obter visibilidade sobre o desempenho real dos líderes em comércio eletrônico. O estudo também tem o objetivo de aprender como é o desempenho desses sites para os visitantes que utilizam a Internet, em condições normais de navegação, além de fornecer estratégias e melhores práticas para permitir que os proprietários de websites melhorem seus desempenhos nos negócios.

“Os websites nunca foram tão grandes e complexos como hoje”, diz Tammy Everts, evangelista de desempenho web da Radware. “Os problemas de desempenho provêm de tudo que está disponível às páginas, incluindo conteúdo dinâmico, imagens de alta resolução, carrosséis, fontes personalizadas, design ágil e scripts de terceiros que reúnem dados sofisticados sobre visitantes. Porém, estas funcionalidades incríveis vêm com uma etiqueta de preço alto para o bom desempenho.”

Para acessar o ““State of the Union: Ecommerce Page Speed & Web Performance, Summer 2014”, que inclui as 15 melhores práticas que os proprietários de websites devem adotar para acelerar as suas páginas, visite: www.radware.com/summer-sotu2014

Um infográfico sobre os resultados de velocidade e desempenho de webpages pode ser acessado aqui: http://www.slideshare.net/Radware/SOTULINK

Metodologia

Os testes desse estudo foram realizados com o uso de uma ferramenta online chamada WebPagetest – um projeto de código aberto, desenvolvido e apoiado principalmente pelo Google, que simula o tempo de carregamento da página na perspectiva de um verdadeiro usuário e usa navegadores reais. A Radware testou a página inicial de todos os sites de venda varejistas, no Alexa Retail 500, nove vezes consecutivas. O sistema limpa automaticamente o cache entre os testes. O resultado médio de cada home page foi gravado e utilizado nos cálculos.

Os testes foram realizados em 11 de junho de 2014, por meio do servidor WebPagetest.org em Dulles, VA, com o uso do Chrome 35 em uma conexão DSL. Em poucos casos, o teste WebPage carregou uma página em branco ou um erro em que nenhuma outra página foi processada. Essas instâncias foram representadas como nulas nos acréscimos do teste. Além disso, em alguns poucos casos, a WebPagetest.org carregou uma página em mais de 60 segundos (o tempo limite padrão para a webpagetest.org). Nestes casos, 60 segundos foram a base usada para o resultado, ao invés de nulo.

Para identificar o tempo de interação (TTI) de cada página, foi gerada uma visão em formato de filme, cronometrando o carregamento médio da página para cada site do Alexa Retail 100. O tempo de interação é definido como o momento em que o conteúdo da página em exibição e o botão de ação principal ou menu, são processados no quadro.

Sobre a Radware

A Radware (NASDAQ: RDWR) é líder internacional em soluções para gestão de aplicações e segurança para data centers virtuais e em nuvem. Seu premiado portfólio de produtos oferece proteção completa para as aplicações-chave dos negócios, maior eficiência em tecnologia de informação e grande agilidade no trabalho cotidiano. As soluções da Radware auxiliam mais de 10 mil empresas e operadoras do mundo inteiro a se adaptarem rapidamente às mudanças do mercado, o que garante a continuidade dos negócios com mais produtividade e menos custos.  Para saber mais, visite www.radware.com.

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Mercado Livre: Venda de discos de vinil em alta

Recentemente escrevi um artigo para o Metal Zone, que julgo interessante, sobre o aumento nas vendas de disco de vinil. Os dados foram fornecidos pelo Mercado Livre através de um release.

Caso queira ler no Metal Zone: http://www.metalzone.com.br/site/materias/artigo.php?sec=7&cod_materia=293

Foto da matéria: Filipe Souza[Acervo Pessoal]

Mercado Livre: Venda de discos de vinil em alta
Mercado Livre: Venda de discos de vinil em alta

Não é de hoje que os fãs de rock e metal garimpam discos de vinil, seja em sebos ou em lojas virtuais. Parece que a magia do LP não morrerá tão cedo. Nas redes sociais é possível encontrar uma infinidade de perfis e grupos onde os fãs trocam, vendem ou simplesmente exibem orgulhosos seus artefatos.

Mesmo tendo perdido espaço para outras mídias e formatos de gravação e distribuição, algumas fábricas mantém a produção dos LPs.

Recentemente uma associação de DJs tenta junto ao governo a desoneração de impostos em cima da importação e fabricação dos discos de vinil no Brasil.

E o e-commerce brasileiro já sente o aquecimento do “setor”, o Mercado Livre, líder em comércio eletrônico na América Latina divulgou que a procura por discos de vinil tem surpreendido em seu portal.

A empresa divulgou recentemente que “No primeiro semestre de 2013 os produtos contaram com um crescimento de 6% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado e já representam 27% das vendas na categoria “Música”, ficando atrás apenas da venda de CDs.”.

Mesmo ainda atrás da categoria de CDs, os discos de vinil tiveram uma alta dentro da subcategoria de formatos de mídia. Os LPs foram os únicos que apresentaram crescimento, enquanto os CDs caíram 7,96% nas vendas.

“O crescimento nas vendas é a confirmação de um fenômeno que vem acontecendo no mundo inteiro. O vinil, que havia perdido espaço no mercado, voltou a ser valorizado pelos consumidores”, afirma Leandro Soares, diretor do Marketplace do MercadoLivre. “A plataforma do MercadoLivre conta com ótimas opções de produtos nesse estilo com destaque para os discos raros para colecionadores”, destaca o executivo.

O portal de vendas Mercado Livre conta com uma variedade significativa de LPs, que são distribuídos dentro de 49 estilos diferentes de música: Rock Nacional, Heavy Metal, Thrash Metal, Death Metal, Black Metal, Punk Rock entre outros. O sistema ainda conta com algumas particularidades como discos autografados e Picture Discs.

Entre os 18.369 títulos novos e 264.063 usados, o estilo “Pop e Rock Internacional” estão no topo da lista dos discos mais vendidos no portal, e tiveram um aumento nas vendas de 15% no primeiro semestre de 2013. Os cantores de MPB ficam em segundo lugar, apesar de terem caído em quase 2% nas vendas. Em terceiro o estilo “Rock Clássico” subiu 11% nas vendas e os discos de “Heavy Metal” ficaram com a quarta posição, com um crescimento de 1%. As bandas de “Pop e Rock Nacional” também estão na lista dos mais vendidos e cresceram em 8% na procura dos internautas.

Sobre o MercadoLivre
Fundada em 1999, MercadoLivre é uma companhia de tecnologia líder em comércio eletrônico na América Latina. Por meio de suas principais plataformas MercadoLivre.com e MercadoPago.com, oferece soluções de comércio eletrônico para que pessoas e empresas possam comprar, vender, pagar, anunciar e enviar produtos por meio da Internet. MercadoLivre.com atende milhões de usuários e criou um mercado com ampla variedade de bens e serviços de uma forma fácil, segura e eficiente.
O site é um dos 50 sites com mais Page Views do mundo, décimo site de e-commerce mais acessado do planeta e é a plataforma de varejo líder em visitantes únicos em cada país onde opera na América Latina, de acordo com métricas fornecidas pela comScore Networks. Uma das empresas vencedoras do prêmio Top of Mind DataFolha Internet 2012, categoria e-commerce e Marca Mais Buscada no Brasil em 2012, segundo o Google Zeitgeist, ranking divulgado pela companhia sobre as palavras mais buscadas a cada ano em seu site. Contabiliza 85,7 milhões de usuários cadastrados e está listada na Nasdaq (MELI), tendo iniciado a oferta pública em 2007.